"Educar é colaborar para que professores e alunos transformem suas vidas em processos permanentes de aprendizagem. É ajudar os alunos na construção da sua identidade, do seu caminho pessoal e profissional, no desenvolvimento das habilidades de compreensão, emoção e comunicação que lhes permitam encontrar seus espaços pessoais, sociais e profissionais e tornar-se cidadãos realizados e produtivos". Moran
junho 15, 2011
Projetos
Fonte: Sala de Aula.
junho 12, 2011
Máquina de Quadrinhos
Novos contatos
Site: http://marciaribeiro.webnode.com.br/
Blog: http://atividadeslaptop.blogspot.com/
maio 26, 2011
Dicas para motivar o aluno no computador
maio 25, 2011
maio 23, 2011
maio 21, 2011
Projeto para Educação Infantil
Sabemos que a informática é uma realidade cada vez mais presente em nosso cotidiano e que cabe a escola ser mediadora no processo educativo e democrático. Sendo assim a presença do computador nos leva a perceber que a utilização deste vai além do uso de Softwares, pois o trabalho de construção e a produção de produtos, utilizando esta tecnologia nos trazem resultados pedagógicos muito expressivos. Por estarmos diante de mudanças sociais e por essas influenciarem diretamente na educação, o uso do computador no processo de ensino-aprendizagem deve ser encarado como um desafio.
OBJETIVOS:
- Proporcionar aos alunos de Educação Infantil o primeiro contato com o computador;
- Proporcionar o contato com a máquina para aperfeiçoar a coordenação motora;
- Desenvolver nos alunos o interesse em conhecer o mundo virtual através de jogos;
- Proporcionar uma aprendizagem prazerosa através do lúdico.
- Utilizar os recursos da informática como auxilio didático e pedagógico no trabalho de sala de aula.
maio 19, 2011
maio 18, 2011
HagaQuê
maio 09, 2011
Conhecimento Prévio
abril 13, 2011
março 23, 2011
SALA DE AULA DIGITAL RS
O Projeto Sala de Aula Digital no Rio Grande do Sul tem o objetivo de promover a utilização dos recursos tecnológicos no processo de aprendizagem dos alunos da rede municipal de ensino. Para isso, estão sendo realizadas algumas ações: implantação dos ambientes de informática, softwares específicos, portais para as escolas com sala de aula virtual, capacitação de monitores para suporte às ações nos ambientes de informática e a formação dos professores objetivando desenvolver habilidades e competências no uso dos recursos tecnológicos para ensinar.
junho 30, 2010
Temos na Internet uma grande fonte de informações. Isso nos anima e ao mesmo tempo nos traz novos conflitos. Ficamos animados com a possibilidade de digitar uma palavra-chave e recebermos inúmeras referências sobre um assunto, no entanto, entramos em conflito quando temos uma questão sobre um fato cotidiano e não sabemos como encontrar a resposta na infinidade de sites com os quais nos deparamos. Antes da invenção da imprensa e muito antes do registro do homem nas cavernas ou nas pedras o homem já aprendia com os outros. A própria linguagem foi desenvolvida dessa forma; foi assim que aprendemos a falar.
Embora interações estejam presentes em nosso dia-a-dia, há necessidade de ampliarmos nossa rede de relações e reconhecermos que aprender com o(s) outro(s) deve fazer parte de nossa formação continuada. A Internet possui vários espaços para formação e ampliação dessas redes de aprendizagem; nunca é tarde para aprendermos mais sobre estas possibilidades e buscarmos o espaço que consideramos mais adequado as nossas necessidades.
Quando se inicia um trabalho em educação através das chamadas TICs, são comuns as perguntas: “Por onde começamos?”; “Pelos aplicativos?”; “Por quais deles?”; “Pelos sites da Internet ?”; “Pelas partes do computador?”
Após trabalhar, nesta área, com professores e alunos, chegamos à conclusão de que, se queremos promover a autonomia, devemos iniciar a formação em tecnologia pelo acesso às ferramentas de comunicação. Além disso, criar uma comunidade de aprendizagem para que o grupo tenha condições de continuar aprendendo pela troca de e-mails e/ou outros serviços de comunicação. Ao saber enviar e receber um e-mail para um determinado grupo de pessoas, já temos como garantir que todo o restante de nossos objetivos seja cumprido: já é possível que cada um busque o seu próprio conhecimento aprendendo uns com os outros, utilizando o potencial da Internet.
É esperado que um professor saiba como contribuir com outro na busca de soluções de desafios, uma vez que ele, por compartilhar de situações semelhantes, também tem condições de refletir sobre um mesmo conflito. Quem é que não se lembra de uma situação específica de trabalho que compartilhou com outro colega e que, graças à interação, conseguiu se sair bem?
Em suma, o uso das ferramentas de comunicação da Internet pode se constituir em um importante recurso de formação continuada para o educador, sendo um passo importante para que ele saiba como buscar o conhecimento de que precisa e no momento em que precisa.
AUTORES
Mary Grace Martins é pedagoga pela faculdade de educação da USP, atua na área de formação de professores para uso da tecnologia e ensino à distância. É consultora pedagógica do Instituto Crescer para a Cidadania e também da Microsoft Educação. Responsável pela edição do site Vivência Pedagógica e pelo espaço de interação com os participantes, nessa comunidade. Além disso, atua em diversas listas de discussão para educadores, disponíveis na Internet.
http://www.vivenciapedagogica.com.br/
Um dos desafios com o qual nos deparamos em todos os níveis de ensino é o de promover um trabalho significativo com pesquisa entre os nossos alunos. Independente dos recursos utilizados, a grande questão é contribuir para que realmente todos consigam transformar informação em conhecimento.
Atualmente temos algumas estratégias interessantes, como por exemplo o trabalho com WebQuests e Webgincanas e também a proposta de projetos de aprendizagem em que o roteiro da pesquisa parte de questões que surgem dos próprios alunos.
Ainda que seja comum que o professor selecione os sites que os alunos deverão consultar ao desenvolver projetos com WebQuests ou Webgincanas, também é possível construir essa etapa do trabalho em parceria com os alunos, até mesmo transformando um projeto de aprendizagem em uma publicação sistematizada no formato de WebQuest.
De qualquer modo, quando o professor opta por trabalhar com as possibilidades de pesquisa com os alunos, inclusive o uso de buscadores, há necessidade de trabalhar e refletir sobre o uso destes recursos. O manual do Yahoo Busca Educação, apresenta orientações importantes e traz sugestões que certamente contribuirão com a aprendizagem dos alunos.
Além da necessidade de vencer os desafios iniciais do trabalho com pesquisa na escola, uma outra dificuldade é o acompanhamento desse processo, visto que geralmente cada aluno caminha em um ritmo diferente. Assim, é importante promover espaços durante o próprio processo de aprendizagem, para que os alunos compartilhem suas descobertas, discutam suas hipóteses e reflexões e também para que o professor tenha melhores condições de mediar esse processo.
Uma alternativa é o uso de um grupo de discussão para o acompanhamento de um projeto colaborativo e também para que os alunos socializem suas produções e descobertas desde o início de cada projeto.
O Yahoo possui um recurso ótimo e simples de ser utilizado, disponivel em: http://br.groups.yahoo.com/. Qualquer educador pode criar gratuitamente uma lista de discussão para facilitar a colaboração entre os seus educandos.
Para isso é necessário realizar um cadastro que dará direito a uma ID Yahoo e uma senha, sendo que o mesmo deverá ser feito pelos alunos participantes.
Dentre os recursos que poderão ser utilizados, cabe destacar:
• Arquivos: espaço que permite a criação de pastas e disponibilização de produções em diversos formatos (.doc, xls, ppt, mpeg) por todos os participantes do grupo.
• Fotos: Espaço que permite a publicação de imagens organizadas em pastas, pelos alunos. Também é possível publicar várias imagens por vez
• Links: Semelhante ao recurso de arquivos e fotos, só que nesse caso permite a socialização dos sites utilizados pelos alunos para a pesquisa. Logo quando os alunos descobrem sites que contribuirão com seus projetos, já poderão adicionar ao diretório do grupo, o que permitirá que todos tenham idéia sobre o que foi encontrado.
• Enquetes: Os participantes poderão criar pesquisas de opinião e já contar com os resultados tabulados. Esse recurso pode interessar dependendo do projeto desenvolvido, uma vez que pesquisa não se resume apenas a busca por sites ou livros.
• Agenda: O professor pode aproveitar esse recurso para registrar o cronograma do projeto e as principais tarefas combinadas com os alunos.
• Bate-papo: Esse recurso de chat pode interessar principalmente se o projeto for desenvolvido entre alunos de diferentes localidades
• Troca de e-mails: os alunos poderão enviar mensagens para um único e-mail e todos os participantes receberão, sem precisar acessar o grupo. Ex: se o endereço do grupo criado for: http://br.groups.yahoo.com/group/grupoX ao enviar uma mensagem para grupoX@yahoogrupos.com.br todos os usuários cadastrados receberão.
Ao criar um grupo no Yahoo, tal como o da Vivência Pedagógica, os participantes ganharão uma página própria com todos os recursos acima listados. O professor também terá como saber o que foi postado e qual aluno que contribuiu, pois o nome dos autores sempre aparece ao lado, facilitando o acompanhamento.
Para que os participantes atuem de modo realmente colaborativo, ou seja, não apenas o criador do grupo ou moderador fique responsável por tudo, será necessário apenas configurar para que todos possam acrescentar suas contribuições. Após a criação e configuração a tarefa será utilizar estratégias para promover a interação do grupo e também mediar o processo de aprendizagem para que todos avancem significativamente.
Possibilidades pedagógicas e recursos técnicos gratuitos nós já sabemos que não é dificil encontrar. Como utilizá-los é o nosso grande desafio, por isso se queremos promover uma aprendizagem mais autônoma e descentralizada da figura do educador é importante que também criemos espaços que possibilitem construções colaborativas sempre refletindo sobre que aspectos de nossa prática podem contribuir para o fortalecimento dessas redes de aprendizagem.
Fonte:http://www.vivenciapedagogica.com.br/pesquisa_colaborativa_em_rede.html em 30/06/2010
www.vivenciapedagogica.com.br – Comunidade sobre tecnologia educacional, com dicas, relatos de experiências e espaço para comentários e discussões entre os participantes. Há também link para a lista de discussão dessa comunidade que atualmente conta com quase 350 participantes. É um espaço para educadores compartilharem experiências relacionadas à educação e projetos pedagógicos.
maio 25, 2010
Leituras e Escritas
A escola é um dos espaços privilegiados onde devem ocorrer as aprendizagens de leitura e escrita durante toda a Educação Básica. Observe-se o caso da criança que, de repente, já ao final da Educação Infantil ou ao longo do primeiro ano, vai descobrindo que pode fazer a leitura do texto escrito, e não apenas das imagens nos livros de história. Da mesma forma, pode-se ver a emoção do adulto que, estudando pela primeira vez ou retornando aos bancos escolares, consegue escrever um bilhete ou uma carta e ler com compreensão o que acabou de escrever.Ler e escrever são assim, tarefas da escola, e não apenas do professor dos anos iniciais ou de Língua Portuguesa, que devem estar presentes em todos os tempos e espaços do ambiente escolar. Nesse sentido, destacamos duas matérias que mostram como essas capacidades são relevantes e quanto o professor deve atuar como mediador entre o aluno e o objeto de aprendizagem. Em Criar leitores, a autora, entre várias considerações, destaca que é preciso que o Brasil se torne um país de leitores críticos, reflexivos, independentes, desde a Educação Infantil. Importância da radionovela na história do nosso povo apresenta o relato de um projeto interdisciplinar que envolveu crianças de 1º a 5º anos do Ensino Fundamental, em que os alunos foram desafiados a exercitar a leitura, o texto e a palavra, ampliando o sentido das mensagens. Usando a internet mostra o valor da leitura e da escrita em Geografia, não só do texto escrito mas da leitura de imagens que o programa Google Earth coloca à disposição de todos. Em Pontilhados em questão, a autora chama a atenção para a importância das primeiras experiências da criança com a escrita – representação gráfica predefinida – mas que deve permitir a liberdade por parte do aluno para imprimir seu estilo pessoal no traçado das letras.
Por isso, não importa a área de conhecimento, o nível ou a modalidade de ensino: o professor deve constituir-se em incentivador da turma para que leia, goste de ler e tenha prazer em descobrir o mundo por meio de diferentes tipos de texto e que faça uso da escrita como forma de expressão e de comunicação com o outro.
Fonte: Revista do Professor Nº 102 – Abril a Junho de 2010
março 02, 2010
UTILIZANDO BLOGS NA EDUCAÇÃO
A especialista acredita tanto no poder do blog na Educação que aponta diversas razões para que os professores busquem a tecnologia como aliada e passem a ter seus blogs como campus virtual de suas aulas ou vitrines de suas idéias e trabalhos. Segundo Betina, com o hábito de escrever e ter seu texto lido e comentado, não é preciso dizer que se cria um excelente canal de comunicação com os alunos, tantas vezes tão distantes. Além de trocar idéias com a turma, no blog, o professor faz isso em um meio conhecido por eles, pois muitos costumam se comunicar por meio de seus blogs pessoais. "O professor 'blogueiro' certamente se torna um ser mais próximo deles. Talvez, digital, o professor pareça até mais humano", reflete.
O aspecto mais saudável do blog, na opinião de Betina, é que os posts sempre podem ser comentados. Com isso, o professor, como qualquer "blogueiro", tem inúmeras oportunidades de refletir sobre as suas colocações, o que só lhe trará crescimento pessoal e profissional. "Este docente certamente começa a refletir mais sobre suas próprias opiniões, o que é uma das práticas mais desejáveis para um mestre em tempos em que se acredita que a construção do conhecimento se dá pelo diálogo", defende.
Não é preciso dizer que, com tanta conexão possibilitada por um blog, o professor consegue ampliar sua aula. Alunos interessados podem aproveitar a oportunidade para pensar mais um pouco sobre o tema, o que nunca faz mal a ninguém. Além disso, o blog permite que os próprios alunos vejam os trabalhos dos colegas e consigam fazer uma comparação das idéias resultantes de cada trabalho, o que é saudável para o aprendizado. Quem viveu isso na prática, defende que o recurso funciona e melhora a relação dos alunos com as atividades, além de suas reflexões sobre os trabalhos.
Pesquisa no blog: http://www.universia.com.br/docente/materia.jsp?materia=14193 em 02 de março de 2010.
junho 26, 2009
VOCÊ QUER PLANEJAR BEM?
Planejamento de Aula
Várias escolas possuem diferentes modos de organizar o conteúdo didático. Muitas delas preferem trabalhar com métodos prontos, como as conhecidas “apostilas”. Outras preferem escolher separadamente o livro que será usado como base para cada matéria. O que é certo, é que nem sempre esses materiais podem suprir todas as necessidades do professor.
Cada classe possui uma personalidade, diferentes níveis de entendimento sobre certos assuntos, e alunos com dificuldades diversas. Sendo assim, o professor deve estar apto a formular um Plano de Aula satisfatório sempre que for necessário. À frente da classe, ele tem de ser capaz de perceber o que mais precisa ser trabalhado de forma diferente, nem que isso signifique fugir um pouco da programação do material “pré-formulado” dado pela escola.
Estrutura do plano
O profissional usufrui de uma grande liberdade na hora de montar um plano de aula. Contudo, há certos itens básicos que devem ser observados e merecem ser seguidos. Montamos, resumidamente aqui, um esquema dividido em quatro etapas:
Escolher o tema da aula. Pois é a partir dele que todo o plano será elaborado.
Definir o objetivo e as competências que deverão ser desenvolvidas nos alunos.
Pesquisar os materiais que serão utilizados: livros, filmes, músicas, sites, sucata, tinta etc. Dependendo do nível da classe, uma bibliografia poderá auxiliar os alunos.
Criar estratégias de como e quando cada material e/ou as informações serão apresentadas ou utilizadas, para que o objetivo - no item 2 - seja alcançado com sucesso. A estratégia deve ser elaborada de forma a manter a atenção e a motivação dos alunos durante toda a aula. Provocar debates e questionamentos para o bom desenvolvimento do tema e, se possível, aproximar os alunos de forma prática e interativa ao que está sendo estudado.
Os temas
Os Planos de Aula são úteis para todos os níveis - todas as idades - e sua prática deve fazer parte do dia-a-dia do professor. A idéia de um bom tema pode surgir, por exemplo, de uma conversa entre professor e alunos. Uma pequena dúvida pode se transformar em uma grande aula, caso o professor saiba aproveitá-la.
Enfim, a título de ilustração, um filme brasileiro em evidência, como “O ano em que meus pais sairam de férias”, de Cao Hamburguer, um dos finalistas para a indicação ao Oscar na categoria de melhor filme estrangeiro, pode servir para se discutir um trecho da História do Brasil em aula.
Muitos sites se propõem a disponibilizar Planos de Aula já prontos, com bibliografia e tudo! Vale a pena conferir, tanto para utilizá-los quanto para aprender como se faz. O portal Vivência Pedagógica, por exemplo, oferece vários endereços eletrônicos de revistas e outros portais que possuem Planos de Aula para serem lidos livremente.
Mais!
Veja alguns planos de aula, pedagógicos, curriculares, temas diversos e outros links interessantes:
No Futuro Professor: outros artigos sobre plano de aula.
Oriente Médio (Nova Escola)
Saúde e atividade física (Nova Escola)
200 anos da chegada da Corte ao Brasil (Leitura e Escrita na Escola)
Os 100 anos da imigração japonesa no Brasil (Leitura e Escrita na Escola)
Exercícios para anos iniciais (EdukBr)
maio 16, 2008
ETAPA 3 - CURSO MÍDIAS NA EDUCAÇÃO
Planeje, execute e avalie uma atividade dentro dos conteúdos que você está trabalhando neste momento em sua sala de aula, usando o computador como recurso didático.
1. TIPO DE PROPOSTA
Enfatizar diretamente a aprendizagem dos alunos.
2. TÍTULO
Produzindo HQs.
3. IDENTIFICAÇÃO
Sirlei Trespach de Souza, professora multiplicadora no NTE/RLN-Osório.
4. PARCERIA
Professores, classe de alunos.
5. JUSTIFICATIVA
Cotidianamente presente à vida moderna está o computador, a possibilidade de usá-lo como ferramenta de apoio ao processo de aprendizagem se amplia continuamente. Seu efetivo na escola ainda não é satisfatório. Entre as muitas causas está o apego aos métodos tradicionais de ensino e o não engajamento do professor ao processo de integração telemática às práticas pedagógicas.
É necessário aproveitar melhor o potencial do computador, modificando as formas de aprender, reforçando o papel do aluno como agente de sua aprendizagem.
Sabendo que ainda é um desafio fazer com que o professor se aproprie das tecnologias no seu cotidiano, pretendo fazer uso do computador e câmera digital para explorar de forma interdisciplinar a criatividade do professor e do aluno. Possibilitando que o aluno seja sujeito de sua própria aprendizagem.
Com o estudo sobre HQs e sabendo que são Arte e Literatura convidei a professora da disciplina de Artes para realizar atividade com uma turma de alunos da sua classe.
6. OBJETIVOS
· Possibilitar a produção de um audiovisual;
· Dinamizar, incentivar e orientar a utilização de HQs;
· Criar condições iniciais para a classe de alunos utilizarem o laboratório de informática;
· Utilizar intencionalmente os elementos visuais e as suas interações para o enriquecimento da expressão e da recepção de mensagens visuais;
· Participar com empenho e competência nas tarefas do grupo, assumindo os seus saberes, opiniões e valores perante os outros, com sentido crítico;
· Proporcionar ao aluno uma aula mais prazerosa.
7. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES
· A construção de HQs (Histórias em Quadrinhos) será desenvolvida com classe de 7ª série turma 72 constituída de 22 alunos.
· Freqüência semanal até o término da proposta.
· No primeiro momento (primeira aula) trabalhar com textos sobre a prevenção do meio ambiente, em especial a água. Estes textos informarão ao aluno as condições do uso indiscriminado da água potável bem como a poluição de rios, lagoas, mares causados pelo homem, conscientizando o aluno da necessidade de economizar hoje para não faltar no futuro.
· No segundo momento (segunda aula) os alunos vão para o laboratório conhecer e exercitar o programa HQ, com os recursos do programa simulam histórias em quadrinhos para ganharem familiaridade com a máquina.
· Terceiro momento, em sala de aula, os alunos criam seus desenhos variados motivados pelos textos estudados.
· Os desenhos são recolhidos para serem fotografados com máquina digital, após vão para uma pasta nos computadores onde os alunos vão construir as histórias.
· Em duplas os alunos resgatam as figuras para dar vida as HQs, as histórias podem ser mudas, com balões, onomatopéias, fica a critério da criatividade de cada dupla. Esta etapa necessita de mais ou menos três a quatro hora aula.
· Finalmente com a história pronta o aluno salva como documento para publicar na Internet, pode ainda imprimir e criar um pequeno livro de HQ.
· Em seguida, num quarto momento, os alunos criarão pequenos lembretes sobre prevenção do meio ambiente e cuidados com a economia da água que serão distribuídos no “Dia da conscientização” que será realizado na escola.
· Faz parte de uma etapa final, como encerramento a editoração das histórias em quadrinhos com o objetivo de documentar a produção textual e artística do projeto na íntegra.
8. AVALIAÇÃO
Ao término do trabalho será observado o seguinte:
· O potencial imaginativo e criativo dos alunos;
· Organização do pensamento na seqüência lógica dentro das estruturas dos HagáQuês;
· Cuidado no acabamento e organização dos desenhos que formam a história;
· Desempenho participação e responsabilidade em todos os momentos do projeto.
maio 14, 2008
O USO DAS TIC NA EDUCAÇÃO-CADERNO EDUCARE
No EducaRede você vai encontrar um "caderno de inspirações" que servirá de motivação a todos os educadores que estão envolvidos com o uso das TIC e que tenham prazer em utilizá-lo no seu cotidiano.
maio 08, 2008
CURSO DE MÍDIAS NA EDUCAÇÃO - CICLO INTERMEDIÁRIO/cursista: Sirlei Trespach de Souza
O conceito de recursos didáticos.
A função dos recursos didáticos no processo ensino-aprendizagem.
As possibilidades e limitações da utilização dos recursos didáticos em sua prática pedagógica.
Qualquer instrumento que o professor utiliza para fins de ensino/aprendizagem é um material didático, há uma quantidade e uma diversidade indeterminadas de materiais didáticos a nossa disposição, quanto mais adequado estiver o material, em relação à situação de ensino/aprendizagem em que se insere melhor o seu rendimento didático.
Os mais tradicionais recursos didáticos são o quadro e o livro didático. Temos os jornais, as revistas, os globos terrestres que durante uma explicação você menciona um fato ocorrido num país e, imediatamente, os alunos visualizam onde se localiza. Um mapa do corpo humano em tamanho gigante que, pendurada na parede da sala, mostra de que órgãos o aparelho digestivo se compõem. Tabelas, fórmulas, e figuras geométricas que expostas podem ser compreendidas.
A TV (que segundo Moran, professor de Novas tecnologias da ECA-USP) ajuda um bom professor a atrair os alunos, mas não modifica a relação pedagógica. Aproxima a sala de aula do cotidiano, das linguagens de aprendizagem e comunicação da sociedade, mas também introduz novas questões no processo educacional. O vídeo/DVD (segundo Moran) que explora o ver, o visualizar, o ter diante de nós situações, as pessoas, os cenários, as cores. A TV e vídeo encontram a fórmula de comunicar-se com a maioria das pessoas. As linguagens destes meios de comunicação respondem à sensibilidade dos jovens e da maioria da população adulta, a linguagem audiovisual desenvolve múltiplas atitudes perceptivas.
Mais recentemente vem o computador como mais um recurso didático colocado a disposição de professores e alunos, junto com o computador vem os softwares educacionais. O Ambiente de Aprendizagem Mediado por computador envolve vários elementos para o processo de ensinar e de aprender: o educador, os aprendizes, a colaboração, a cooperação e as ferramentas. Mas, para que mudemos a nossa prática, precisamos não só equipamentos tecnológicos, mas mudar nossa postura. O professor tem um grande leque de opções metodológicas, de organizar sua comunicação com os alunos, de introduzir um tema, de trabalhar com o aluno presencial e até virtualmente, utilizando as novas mídias.
Enfim, a aprendizagem ocorre por múltiplos caminhos e acontece a partir do uso de diferentes formas de expressão. È por esta razão que as metodologias tradicionais, presente na exposição do professor e centradas somente no desenvolvimento de contúdos, nada têm de significativas para o aluno, apresentam um conhecimento que para ele é estranho, está fora dele. A aprendizagem significativa, ao contrário, promove a compreensão de significados a partir do momento em que o aluno relaciona esses significados às suas experiências e vivências anteriores, relevantes e já existentes na sua estrutura cognitiva.
Nos dias atuais surge uma nova concepção sobre o papel que a escola representa na sociedade: deve ser um espaço inclusivo, que atenda as diversidades e que propicie uma educação de qualidade, apresentando respostas às necessidades de seus educandos. Para atingir estes objetivos, é necessário que a escola esteja preparada para atender as necessidades educacionais de seus alunos.
Todos nós sabemos que nenhum material didático pode, por melhor elaborado que seja, garantir, por si só, a qualidade e a efetividade, quer do ensino, quer da aprendizagem. Afinal, por mais que estejam desenvolvidas as tecnologias educacionais, não há ensino nem aprendizagem instantâneos e automáticos. Por outro lado, quanto mais especializado é um recurso material utilizado no processo de ensino/aprendizagem, mais ele tende a carregar, em seus conteúdos, em suas formas e em suas funções, as marcas da situação: as características dos sujeitos, o “nível” envolvido, os pressupostos teóricos, as crenças da época, os métodos adotados etc.
Mas se pensarmos na quantidade e na variedade de materiais didáticos especializados que o mercado é capaz de pôr à nossa disposição, somos obrigados a constatar a pobreza de nossas escolas públicas.
Quantas dispõem de globos terrestres, laboratórios equipados, pranchas de anatomia, material dourado etc.? Quantas têm bibliotecas bem aparelhadas? Em quantas é possível acessar sites de interesse pedagógico em sala de aula, usar apresentações de multimídia, ou mesmo passar um vídeo?
Apesar desse quadro, em muitos casos nos deparamos com programas e vídeos da TV Escola intactos nas escolas, livros didáticos não utilizados lotam o almoxarifado.
Sirlei Trespach de Souza
maio 07, 2008
O VÍDEO NA SALA DE AULA (José Manuel Moran)
PROPOSTAS DE USO DO VÍDEO
Proponho, a seguir, um roteiro simplificado e esquemático com algumas formas de trabalhar com o vídeo na sala de aula. Como roteiro não há uma ordem rigorosa e pressupõe total liberdade de adaptação destas propostas à realidade de cada professor e dos seus alunos.
USOS INADEQUADOS EM AULA
Vídeo-tapa buraco: colocar vídeo quando há um problema inesperado, como ausência do professor. Usar este expediente eventualmente pode ser útil, mas se for feito com freqüência, desvaloriza o uso do vídeo e o associa -na cabeça do aluno- a não ter aula.
Vídeo-enrolação: exibir um vídeo sem muita ligação com a matéria. O aluno percebe que o vídeo é usado como forma de camuflar a aula. Pode concordar na hora, mas discorda do seu mau uso.
Vídeo-deslumbramento: O professor que acaba de descobrir o uso do vídeo costuma empolgar-se e passa vídeo em todas as aulas, esquecendo outras dinâmicas mais pertinentes. O uso exagerado do vídeo diminui a sua eficácia e empobrece as aulas.
Vídeo-perfeição: Existem professores que questionam todos os vídeos possíveis porque possuem defeitos de informação ou estéticos. Os vídeos que apresentam conceitos problemáticos podem ser usados para descobri-los,junto com os alunos, e questioná-los.
Só vídeo: não é satisfatório didaticamente exibir o vídeo sem discuti-lo, sem integrá-lo com o assunto de aula, sem voltar e mostrar alguns momentos mais importantes.
José Manuel Moran
Especialista em projetos inovadores na educação presencial e a distância
outubro 04, 2006
setembro 21, 2006
ÊXPERIÊNCIAS PESSOAIS DE ENSINO UTILIZANDO A INTERNET
Professor de Novas Tecnologias da ECA-USP
jmmoran@usp.br
"Venho desenvolvendo algumas experiências no ensino de graduação e de pós-graduação na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Criei uma página pessoal na Internet, no endereço www.eca.usp.br/prof/moran. Nela constam as disciplinas de pós-graduação - Redes eletrônicas na Educação e Novas Tecnologias para uma Nova Educação - e três de graduação - Novas Fronteiras da Televisão, Legislação e Ética do Radialismo e Mercadologia de Rádio e Televisão - com o programa e alguns textos meus e dos meus alunos. O roteiro básico é o seguinte: no começo do semestre, cada aluno escolhe um assunto específico dentro da matéria, vai pesquisando-o na Internet e na biblioteca. Ao mesmo tempo, pesquisamos também temas básicos do curso. O aluno apresenta os resultados da sua pesquisa específica na classe e depois pode divulgá-los, se quiser, através da Internet.Disponho de duas salas de aula com dez computadores em uma e quatorze em outra, ligados à Internet por fibra ótica, para vinte alunos, em média. Utilizamos essa sala a cada duas ou três semanas. As outras aulas acontecem na sala convencional.O fato de ver o seu nome na Internet e a possibilidade de divulgar os seus trabalhos e pesquisas, exerce uma forte motivação nos alunos, os estimula a participar mais em todas as atividades do curso. Enquanto preparam os trabalhos vou desenvolvendo com eles algumas atividades.
Começamos com uma aula introdutória para os que não estão familiarizados com a Internet. Nela aprendemos a conhecer e a usar as principais ferramentas. Fazemos pesquisa livre, em vários programas de busca. Cadastramos a cada aluno para que tenha o seu e mail pessoal (na própria universidade ou em sites que oferecem endereços eletrônicos gratuitamente).
Num segundo momento, todos pesquisamos um tópico importante do programa. É importante sensibilizar o aluno antes para o que se quer conseguir neste momento, neste tópico. Se o aluno tem claro ou encontra valor no que vai pesquisar, o fará com mais rapidez e eficiência. O professor precisa estar atento, porque a tendência na Internet é para a dispersão fácil. O intercâmbio constante de resultados, a supervisão do professor podem ajudar a obter melhores resultados. Eles vão gravando os endereços, artigos e imagens mais interessantes em disquete e também fazem anotações escritas, com rápidos comentários sobre o que estão salvando. As descobertas mais importantes são comunicadas aos colegas. Imprimem os textos mais significativos. No final, os alunos comunicam os principais resultados da sua busca e encontramos os principais pontos de apoio para analisar o tema do dia. Professor e alunos relacionam as coincidências e divergências entre os resultados encontrados e as informações já conhecidas em reflexões anteriores, em livros e revistas.
O meu papel é o de acompanhar cada aluno, incentivá-lo, resolver suas dúvidas, divulgar as melhores descobertas. As aulas na Internet se alternam com as aulas habituais, onde acrescentamos textos escritos, vídeos para aprofundar os temas pesquisados inicialmente na Internet. Posteriormente, cada aluno desenvolve um tema específico de pesquisa, que ele escolhe, conciliando o seu interesse pessoal e o da matéria. É interessante que os alunos escolham algum assunto dentro do programa que esteja mais próximo do que eles valorizam mais. Essas pesquisas podem ser realizadas dentro e fora do período de aula. Estou junto com eles, dando dicas, tirando dúvidas, anotando descobertas. Esses temas específicos são mais tarde apresentados em classe para os colegas. O professor complementa, questiona, relaciona essas apresentações com a matéria como um todo. Alguns alunos criam suas páginas pessoais e outros entregam somente os resultados das suas pesquisas para colocá-los na minha página.Além das aulas, acontece um estimulante processo de comunicação virtual, junto com o presencial. Eles podem pesquisar em uma sala especial em qualquer horário, se houver máquinas livres. Os alunos me procuram mais para atendimento específico na minha sala, e também enviam mensagens eletrônicas. Como todos têm e-mail, envio com freqüência textos, endereços, idéias, sugestões em uma lista que crio para o curso. Isso estimula, principalmente na pós-graduação, o intercâmbio, a troca também entre colegas, a inserção de novos materiais trazidos pelos próprios alunos.A navegação precisa de bom senso, gosto estético e intuição. Bom senso para não deter-se, diante de tantas possibilidades, em todas elas, sabendo selecionar, em rápidas comparações, as mais importantes. A intuição é um radar que vamos desenvolvendo de "clicar" o mouse nos links que nos levarão mais perto do que procuramos. A intuição nos leva a aprender por tentativa, acerto e erro. Às vezes passaremos bastante tempo sem achar algo importante e, de repente, se estivermos atentos, conseguiremos um artigo fundamental, uma página esclarecedora. O gosto estético nos ajuda a reconhecer e a apreciar páginas elaboradas com cuidado, com bom gosto, com integração de imagem e texto. Principalmente para os alunos, o estético é uma qualidade fundamental de atração. Uma página bem apresentada, com recursos atraentes, é imediatamente selecionada, pesquisada.
Ensinar utilizando a Internet exige uma forte dose de atenção do professor. Diante de tantas possibilidades de busca, a própria navegação se torna mais sedutora do que o necessário trabalho de interpretação. Os alunos tendem a dispersar-se diante de tantas conexões possíveis, de endereços dentro de outros endereços, de imagens e textos que se sucedem ininterruptamente. Tendem a acumular muitos textos, lugares, idéias, que ficam gravados, impressos, anotados. Colocam os dados em seqüência mais do que em confronto. Copiam os endereços, os artigos uns ao lado dos outros sem a devida triagem.
Creio que isso se deve a uma primeira etapa de deslumbramento diante de tantas possibilidades que a Internet oferece. É mais atraente navegar, descobrir coisas novas do que analisá-las, compará-las, separando o que é essencial do acidental, hierarquizando idéias, assinalando coincidências e divergências. Por outro lado, isso reforça uma atitude consumista dos jovens diante da produção cultural audiovisual. Ver equivale, na cabeça de muitos, a compreender e há um certo ver superficial, rápido, guloso sem o devido tempo de reflexão, de aprofundamento, de cortejamento com outras leituras. Os alunos se impressionam primeiro com as páginas mais bonitas, que exibem mais imagens, animações, sons. As imagens animadas exercem um fascínio semelhante às do cinema, vídeo e televisão. Os lugares menos atraentes visualmente costumam ser deixados em segundo plano, o que acarreta, às vezes, perda de informações de grande valor.
A Internet é uma tecnologia que facilita a motivação dos alunos, pela novidade e pelas possibilidades inesgotáveis de pesquisa que oferece. Essa motivação aumenta se o professor a faz em um clima de confiança, de abertura, de cordialidade com os alunos. Mais que a tecnologia o que facilita o processo de ensino-aprendizagem é a capacidade de comunicação autêntica do professor, de estabelecer relações de confiança com os seus alunos, pelo equilíbrio, competência e simpatia com que atua.
O aluno desenvolve a aprendizagem cooperativa, a pesquisa em grupo, a troca de resultados. A interação bem sucedida aumenta a aprendizagem. Em alguns casos há uma competição excessiva, monopólio de determinados alunos sobre o grupo. Mas, no conjunto, a cooperação prevalece.
A Internet ajuda a desenvolver a intuição, a flexibilidade mental, a adaptação a ritmos diferentes. A intuição, porque as informações vão sendo descobertas por acerto e erro, por conexões "escondidas". As conexões não são lineares, vão "linkando-se" por hipertextos, textos interconectados, mas ocultos, com inúmeras possibilidades diferentes de navegação. Desenvolve a flexibilidade, porque a maior parte das seqüências são imprevisíveis, abertas. A mesma pessoa costuma ter dificuldades em refazer a mesma navegação duas vezes. Ajuda na adaptação a ritmos diferentes: a Internet permite a pesquisa individual, em que cada aluno vai no seu próprio ritmo e a pesquisa em grupo, em que se desenvolve a aprendizagem colaborativa.
Na Internet também desenvolvemos formas novas de comunicação, principalmente escrita. Escrevemos de forma mais aberta, hipertextual, conectada, multilingüística, aproximando texto e imagem. Agora começamos a incorporar sons e imagens em movimento. A possibilidade de divulgar páginas pessoais e grupais na Internet gera uma grande motivação, visibilidade, responsabilidade para professores e alunos. Todos se esforçam por escrever bem, por comunicar melhor as suas idéias, para serem bem aceitos, para "não fazer feio". Alguns dos endereços mais interessantes ou visitados da Internet no Brasil são feitos por adolescentes ou jovens.Outro resultado comum à maior parte dos projetos na Internet confirma a riqueza de interações que surgem, os contatos virtuais, as amizades, as trocas constantes com outros colegas, tanto por parte de professores como dos alunos. Os contatos virtuais se transformam, quando é possível, em presenciais. A comunicação afetiva, a criação de amigos em diferentes países se transforma em um grande resultado individual e coletivo dos projetos."
setembro 14, 2006
SITES EDUCACIONAIS PARA CONSULTA
http://www.webquest.futuro.usp.br/
http://www.aomestrecomcarinho.com.br/
http://www.escolainterativa.com.br/
http://www.futuro.usp.br/
Portal educação
www.terra.com.br/educacao
Trocar experiências
http://www.epals.com/
http://www.wotw.org.uk/
http://www.ieam.org/
Entrevistas com professores, experiências virtuais, enciclopédias, almanaques, mapas, revistas educacionais etc.
http://www.revistaeducacao.com.br/
http://www.profissaomestre.com.br/
http://www.educarede.org.br/
http://www.aprendevirtual.com/
http://www.bussolaescolar.com.br/
http://www.webciencia.com/
http://www.aprendiz.com.br/
http://www.historianet.com/
www.chem.ox.ac.uk/vrchemistry
http://www.nossalinguaportuguesa.com.br/
http://www.somatematica.com.br/
http://www.matematica.com.br/
Trabalhos prontos
http://www.zemoleza.com.br/
http://www.coladaweb.com/
http://www.monografiasonline.com.br/
http://www.minadeideias.com.br/
http://www.ciadoestudante.com.br/
Obs: Procurem no Goggle por Webquest sobre a disciplina de cada um de vocês...aparece uma variedade de material muito rico e fácil de ser apdaptado.
ALGUNS PROBLEMAS NO USO DA INTERNET
Alguns problemas no uso da Internet na educação
"Há uma certa confusão entre informação e conhecimento. Temos muitos dados, muitas informações disponíveis. Na informação os dados estão organizados dentro de uma lógica, de um código, de uma estrutura determinada. Conhecer é integrar a informação no nosso referencial, no nosso paradigma, apropriando-a, tornando-a significativa para nós. O conhecimento não se passa, o conhecimento se cria, se constrói.
Alguns alunos não aceitam facilmente essa mudança na forma de ensinar e de aprender. Estão acostumados a receber tudo pronto do professor, e esperam que ele continue "dando aula", como sinônimo de ele falar e os alunos escutarem. Alguns professores também criticam essa nova forma, porque parece uma forma de não dar aula, de ficar "brincando" de aula...
Há facilidade de dispersão. Muitos alunos se perdem no emaranhado de possibilidades de navegação. Não procuram o que está combinado deixando-se arrastar para áreas de interesse pessoal. É fácil perder tempo com informações pouco significativas, ficando na periferia dos assuntos, sem aprofundá-los, sem integrá-los num paradigma consistente. Conhecer se dá ao filtrar, selecionar, comparar, avaliar, sintetizar, contextualizar o que é mais relevante, significativo.
Constato também a impaciência de muitos alunos por mudar de um endereço para outro. Essa impaciência os leva a aprofundar pouco as possibilidades que há em cada página encontrada. Os alunos, principalmente os mais jovens, "passeiam" pelas páginas da Internet, descobrindo muitas coisas interessantes, enquanto deixam por afobação outras tantas, tão ou mais importantes, de lado."
APRENDER A ENSINAR
jmmoran@usp.br
Aprender a ensinar
"Só podemos ensinar até onde conseguimos aprender. E se temos tantas dificuldades em ensinar, entre outras coisas, é porque aprendemos pouco até agora. Se admitíssemos nossa ignorância quase total sobre tudo - tanto docentes como alunos - estaríamos mais abertos para o novo, para aprender. Mas ao pensar que sabemos muito, limitamos nosso foco, repetimos fórmulas, avançamos devagar.
Sabemos muito, mas não sabemos o principal. Temos conhecimentos pontuais, mas nos falta o referencial maior, o que dá sentido ao nosso viver. Por que e para que aprendemos? Quando só temos objetivos utilitaristas - como conseguir um diploma, um emprego, ganhar dinheiro - isso concentra nossos esforços, mas estreita nosso raio de visão, de percepção.
Temos visões parciais, que se constrõem com dificuldade e estão inseridas numa dinâmica informativa volátil. Se aceitamos isso profundamente e com confiança, poderemos começar a procurar com menos ansiedade, a intercambiar nossas pequenas descobertas, a estarmos mais atentos a tudo, a não acreditar em verdades dogmáticas, simplistas. Perceberemos que a realidade é muito mais complexa do que as explicações científicas e que, ao mesmo tempo, iremos apoiando-nos na ciência para avançar a partir dela sem cair em explicações sem consistência.
Ensinar não é só falar, mas comunicar-se com credibilidade. É falar de algo que conhecemos intelectual e vivencialmente e que, pela interação autêntica, contribua para que os outros e nós mesmos avancemos no grau de compreensão do que existe.
Ensinaremos melhor se mantivermos uma atitude inquieta, humilde e confiante com a vida, com os outros e conosco, tentando sempre aprender, comunicar e praticar o que percebemos até onde nos for possível em cada momento. Isso nos dará muita credibilidade, uma das condições fundamentais para que o ensino aconteça. Se inspirarmos credibilidade, poderemos ensinar de forma mais fácil e abrangente. A credibilidade depende de continuar mantendo a atitude honesta e autêntica de investigação e de comunicação, algo não muito fácil numa sociedade ansiosa por novidades e onde há formas de comunicação dominadas pelo marketing, mais do que pela autenticidade.
Só pessoas livres - ou em processo de libertação - podem educar para a liberdade, podem educar livremente. Só pessoas livres merecem o diploma de educadoras. Necessitamos de muitas pessoas livres na educação que modifiquem as estruturas arcaicas, autoritárias do ensino. Só pessoas autônomas, livres podem transformar a sociedade."
DICAS PARA ELABORAÇÃO DE PESQUISA ESCOLAR
Objetivos específicos:
a) Discutir o conceito de pesquisa;
b) Apresentar exemplos de fontes de pesquisa;
c) Mostrar as etapas para a elaboração de um trabalho de pesquisa;
d) Oportunizar a realização de trabalhos para colocar em prática os conhecimentos teóricos apresentados em sala de aula;
e) Orientar o acesso às informações contidas nas fontes de pesquisa;
f) Levar o aluno a fazer uso efetivo das informações existentes na biblioteca da escola;
g) Colaborar para a uniformização e a padronização da apresentação dos trabalhos scolares;
h) Informar sobre a questão do direito autoral (citação e referência bibliográfica);
i) Conscientizar o aluno sobre a importância da leitura para a elaboração do trabalho de pesquisa.
setembro 13, 2006
VOCÊ SABE PESQUISAR?
A primeira coisa que você deve escolher é o seu objeto de estudo, isto é, saber sobre o que você quer pesquisar. Lembre-se que existem milhões de lugares que poderão oferecer informações de qualidade, além da internet, bibliotecas, revistas, jornais, CDs interativos, entre outros.
Uma pesquisa completa, exige abordar o mesmo tema de diversos aspectos. Para que isso ocorra, você deve buscar informações em diversas fontes confiáveis, como jornais, revistas, livros, entre outros. É muito importante que todos as informações coletadas sejam lidas com atenção. Você não precisa se apropriar de tudo o que leu. Aliás, você deve selecionar somente aquilo que achar relevante e interessante para seu trabalho. Depois, você deve escrever um texto próprio, baseado naquilo que você entendeu e qual sua opinião sobre o assunto.
Você não deve copiar os textos!!. Chamamos essa cópia de "PLÁGIO" e muitos textos na Internet são protegidos pelas leis de Direitos Autorais. Você deve aproveitar essa oportunidade para se expressar e mostrar a outras pessoas seu ponto de vista e seu conhecimento.
Lembre-se que um bom texto sempre começará por uma introdução (com poucas linhas) expondo o tema de forma geral. Depois deve vir a tese, (que será o lado com o qual você concorda) que deverá ser maior que a introdução. Após a tese, virá a antítese, (o outro lado da tese, ou seja, a parte com a qual você não concorda, mas que mesmo assim continua existindo) que deverá ter mais ou menos o mesmo número de linhas da tese. E finalmente, a conclusão, que é um fechamento da sua pesquisa e o final do seu texto, e deve ter mais ou menos o mesmo número de linhas da sua introdução.As imagens também fazem parte da coleta de dados e são parte importante de uma pesquisa multimídia. Você mesmo pode fazer seus desenhos sobre o tema da atividade ou procurar imagens com boa visualização que se enquadrem no seu tema. Você também pode anexar animações!
COMO DESENVOLVER UM ROTEIRO DE HQ
A primeira coisa que você tem que ter em mente é que tipo de personagem você deseja criar para figurar sua HQ. O enredo da sua história deve combinar com o personagem criado. Se seu personagem for divertido, a HQ deve ser engraçada e se for um personagem sério, a HQ deve ser séria ou dramática.
A estrutura básica para o roteiro de uma HQ possui seis etapas:
Apresentar os personagens;
Apresentar o ambiente (cenário);
Desenvolver a relação entre os personagens e o ambiente;
Apresentar um problema;
Crescer no problema até chegar ao ponto alto da história e
Conduzir até a solução do problema e ao encerramento da história.Os personagens são o mais importante da HQ, portanto, você deve desenvolvê-los bem. Seja na aparência, no comportamento, na relação com seu íntimo ou seu desafio, o personagem deve ter carisma suficiente para salvar uma história, se essa não for boa.
O ambiente é muitas vezes esquecido, mas o ambiente pode enriquecer muito a história, tanto pelos detalhes ou pela falta deles. O cenário pode ser apenas uma sala sem móveis, reforçando o drama do personagem.
Você deve ser criativo na escolha do seu problema (enredo). Esse problema não precisa existir necessariamente. Como em Dom Casmurro ( Machado de Assis), nunca se soube se existiu ou não uma traição. Pode ser algo subentendido.Lembre-se de que sua história deve ter começo, meio e fim, e deve fazer sentido para quem a lê e os desenhos devem ser condizentes com o enredo que você criar!
agosto 31, 2006
PESQUISA NA INTERNET
Conhecendo o funcionamento e os macetes dos sites de busca, você navega pela rede com mais precisão e pode ensinar aos alunos a peneirar as informações.
Quando você vai fazer uma pesquisa na biblioteca, tem na cabeça um tema e muitas perguntas. Para responder a todas elas, começa procurando uma boa bibliografia. Na Internet é mais ou menos a mesma coisa. O que muda é a maneira de encontrar o que você precisa. Se não há livros numerados nas prateleiras, organizados por assunto ou autor, o jeito é saber como chegar às fontes de informação disponíveis na rede mundial de computadores. O canal são os diversos sites de busca grátis. Para usá-los bem, é preciso conhecer alguns recursos.
Se você quer encontrar resenhas de grandes romances brasileiros, por exemplo, não adianta pesquisar por romances. Além de o resultado ser amplo demais - retornam mais de 1,5 milhão de páginas -, a maioria dos sites é em inglês e muito deles têm mais relação com amor e sexo do que com Dom Casmurro, de Machado de Assis. É necessário peneirar os resultados. Primeiro pesquisar apenas em páginas do Brasil. Só com esta estratégia, o universo da busca cai para 115 mil. Dá para ir além. Digitando romances Brasil resenhas(não é necessário usar "e"), a seleção fica em 3 mil páginas e já é possível encontrar bons textos.
Sinais que indicam o caminho
Alguns códigos são essenciais quando o foco da procura é alguém famoso ou algum termo com mais de um significado. Confira abaixo.
ASPAS (" ") Ao procurar informações sobre um educador importante, como Paulo Freire, coloque o nome todo entre aspas. Assim, o mecanismo de pesquisa percorre a rede atrás de documentos que apresentem apenas as palavras Paulo Freire juntas.
SUBTRAÇÃO (-) Se o objetivo é encontrar dados dobre Fernando Henrique Cardoso (FHC) apenas como sociólogo, utilize o sinal de subtração (-).
Entrando no Google (www.google.com.br) com o nome completo entre aspas, o resultado traz 183 mil páginas. Nelas estão incluídas citações sobre o trabalho de FHC também como presidente da República. Escrevendo "Fernando Henrique Cardoso" -presidente, a pesquisa retoma 34 mil textos.
ADIÇÃO (+) é POSSÍVEL REFINAR AINDA MAIS A BUSCA USANDO O SINAL DE ADIÇÃO (+). Ao digitar "Fernando Henrique Cardoso"-presidente+sociólogo, somente 534 páginas são encontradas. E a primeira da lista já aborda a atuação de FHC como sociólogo.
INTITLE Para buscar apenas sites que contenham a palavra requisitada no título, o código a ser usado é intitle (dar título, em inglês). Para pedir documentos com o termo tsunami, por exemplo, escreva intitle:tsunami. Dessa forma, serão selecionados apenas sites que sejam focados realmente nas ondas gigantes.
Cuidado na análise do resultado
Ao avaliar o resultado da pesquisa, considere o porquê de site aparecer antes dos demais. "Nem sempre o primeiro endereço indicado é o mais interessante", explica Nelson Pretto, diretor da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia. Veja o que levar em conta na hora de optar pela páginas que irá utilizar.
CRITÉRIO DE EXIBIÇÃO As ferramentas de busca vasculham a web em segundos e trazem a informação mais relevante segundo normas próprias. "Entre os mais de 100 critérios com pesos e análises diferentes, estão o número de vezes que cada link já foi clicado por outros internautas e a concorrência da palavra no nome da página", explica o especialista Thiago Rodriguez, gerente de marketing do site Busca Pé. Há também fatores comerciais. "A maioria dos buscadores cobra para que um site apareça entre os primeiros dez resultados em casos de pesquisa por determinadas palavras", alerta Thiago.
DATA A data de publicação da página é outro dado importante se a procura for por notícias. Há risco de os sites exibirem informações desatualizadas.
ASSINATURA Observando o endereço da página, é possível ter uma idéia da credibilidade do conteúdo. As extensões .gov (governamentais), .org (instituições sem fins lucrativos) e .edu (universidades, fora do Brasil) são mais indicadas. A extensão .com, que é a mais comum, abriga de tudo - muita bobagem, mas também sites de jornais e revistas. "É importante observar ainda quem é o responsável pela página. Para conhecê-lo, procure o link quem somos", afirma o jornalista Marcelo Soares, da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo.
Diferentes jeitos de pesquisar
Os consultores recomendam fazer a pesquisa em, no mínimo, três sites. De acordo com Nelson Pretto, a experiência fica ainda mais interessante quando um único tema é pesquisado de diferentes maneiras. É possível encontrar textos de natureza diversa sobre a morte da freira Dorothy stang - ocorrido no Paraná em fevereiro - modificando a forma de pesquisa. Veja exemplos:
"Dorothy Stang" +blog+paranaense- um dos primeiros resultados é um texto informal, cheio de adjetivos, de uma jovem moradora da Região Norte.
'Dorothy Stang" +jornal- chega-se a um texto jornalístico e não optativo.
"Dorothy Stang" +análise - o mecanismo traz textos de especialistas que analisam o assassinato.
"Dorohy Stang" +trabalhadores - a busca leva à página do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, que descreve o caso criticando o governo.
Os melhores sites de busca
Cada brasileiro tem seu cadastro de páginas, Nos últimos anos, o Google se tornou o mais popular por ter facilidades que tornam a busca muito interessante. Ele permite pesquisar apenas por imagens (www.google.com.br/imghp) e em revistas acadêmicas (http://scholar.google.com).Os especialistas indicam também www.aonde.com.br, www.gigabusca.com.br, www.achei.com.br , www.dogpile.com e www.altavista.com .
Há sites que reúnem links para páginas seguras sobre o assunto, como o www.geocities.com/mssilva e o www.prossiga.br/comoachar .Outra indicação útil é www.yahoo.com.br/maual , que traz guia com orientações práticas para pesquisa.
outubro 02, 2005
Histórias no HagáQuê
UTILIZANDO O COMPUTADOR NA ESCOLA MILTON PACHECO
Cotidianamente presente à vida moderna está o computador, a possibilidade de usá-lo como ferramenta de apoio ao processo de aprendizagem se amplia continuamente. Seu uso efetivo na escola ainda é aquém do que poderia se configurar como uma contribuição satisfatória. Entre as muitas causas está o apego aos métodos tradicionais de ensino e o não engajamento do professor ao processo de integração telemática às práticas pedagógicas.
É necessário aproveitar melhor o potencial do computador, modificando as formas de aprender, reforçando o papel do aluno como agente de sua aprendizagem. Sabendo que ainda é um verdadeiro desafio fazer com que o professor se aproprie das tecnologias no seu cotidiano, ainda assim alguns professores procuram fazer uso da informática para explorar de forma criativa e interdisciplinar os conteúdos curriculares que devem ser aprendidos pelos alunos, possibilitando que o aluno seja sujeito de sua própria aprendizagem.
Foi o que aconteceu na Escola Estadual de Ensino Fundamental Professor Milton Pacheco. Em parceria com o NTE/RLN (Núcleo de Tecnologia Educacional da Região Litoral Norte) a professora de Artes Francisca Lorena Lisboa fez uso do Laboratório monitorada pela Professora Multiplicadora do NTE Sirlei Trespach de Souza. Com base em estudos sobre Histórias em Quadrinhos e sabendo da sua importância como Arte e Literatura as professoras desenvolveram o projeto. Os objetivos foram:
1. Oferecer oportunidade de criar histórias em quadrinhos;
2. Dinamizar, incentivar e orientar a utilização de Histórias em Quadrinhos; 3. Criar condições iniciais para a classe de alunos utilizar o laboratório de informática; 4. Utilizar intencionalmente os elementos visuais e as suas interações para o enriquecimento da expressão e da recepção de mensagens visuais;
5. Oportunizar trabalhos em grupo, onde o aluno possa participar com empenho e competência nas tarefas, assumindo os seus saberes, opiniões e valores perante os outros, com sentido crítico;
6. Proporcionar ao aluno uma aula mais prazerosa.
No Laboratório, utilizando o programa Hagáquê, a turma 72 criou suas histórias a partir de tema trabalhado em sala de aula que foi "Preservação e uso adequado da água e do meio ambiente". Criaram panfletos para distribuir, em data posterior na escola, em um dia de conscientização da preservação da natureza e da água. Brincar faz parte do processo de desenvolvimento da criança. Brincando ela não apenas se diverte, mas recria e interpreta o mundo em que vive, se relaciona com este mundo. Brincando a criança aprende, além de exercitar a criatividade, constrói o hábito da leitura, pois com essa prática está realizando a leitura de imagens, tão importante quanto a leitura de frases e textos. Assim, utilizando o programa HagáQuê os alunos criaram suas histórias, exploraram seu potencial criativo e assumiram o papel de construir a sua própria aprendizagem. Professora Sirlei Trespach de Souza
NTE/RLN Osório/RS









