janeiro 26, 2014

REDAÇÃO CIENTÍFICA

Algumas qualidades de um bom texto 
A redação de trabalhos acadêmicos e de artigos para periódicos científicos se reveste de algumas características que devem ser obedecidas pelo autor para que a transmissão da informação e a sua compreensão por parte do leitor sejam eficazes. Alguns dos princípios básicos desta interação que deve existir entre autor e leitor são os seguintes, sem qualquer ordem de prioridade:
1-
Clareza de expressão
Tudo que tiver sido escrito deve ser perfeitamente compreensível pelo leitor. Este não deve ter nenhuma dificuldade para entender o texto.
As
sentenças estão bem construídas? As ideias estão bem encadeadas? Há uma sequência adequada na apresentação dos seus resultados e de sua argumentação?
Leia cuidadosamente o
que escreveu como se você fosse o seu leitor. Será que ele estará recebendo a mensagem que quer transmitir? Se vocêtropeçar” na leitura, pior será com seu leitor.
2-
Objetividade na apresentação
Convém escolher criteriosamente o material que será utilizado no texto de uma dissertação, tese ou artigo. Nem tudo que foi observado durante a execução do trabalho ou que foi lido na literatura deverá ser necessariamente relatado ao leitor. Muitas observações talvez tenham sido importantes em uma determinada fase do projeto, mas perderam sua importância. Terminado o trabalho, alguns tópicos talvez acabaram se revelando apenas como tentativas de análises ou de experimentos, mas que terminaram em becos sem saída. Há observações e argumentos que não contribuem com a idéia central do relato e desviam a atenção do leitor para pontos menos importantes.
Selecione a
informação que você dispõe e apresente o que for relevante. O leitor quer um relato lógico, objetivo e, se possível, retilíneo tanto das observações como do raciocínio feitos pelo autor. Isto é ainda mais importante em um artigo, em que a concisão é geralmente desejada pelo periódico e pelo leitor.
3-
Precisão na linguagem
A linguagem científica deve ser precisa.
As
palavras (e, se for o caso, seus acompanhantes figuras, gráficos, tabelas) são signos, são símbolos. Por isso elas necessitam ser decodificadas pelo leitor, à medida que este percorre o texto. Será que os signos são facilmente decodificáveis? Muitos signos têm várias possibilidades de decodificação (muitas palavras têm vários significados). Cuidado com termos vagos ou que podem ser mal interpretados. Para o leitor, nada deve ficar obscuro ou subentendido.
As
palavras e figuras que entrarão no seu texto devem ser escolhidas com cuidado para exprimir o que o você tem em mente. Os vários sinônimos de uma palavra têm diferenças pequenas e sutis entre si. Você está usando sempre aquele que melhor transmite seu pensamento? Vale a pena pensar em cada uma das palavras a serem usadas no seu texto assim como no conjunto lógico que elas devem irão constituir
4-
Utilização correta das regras da língua Não é necessário perder muito tempo e espaço com esta recomendação. Escrever erradamente pode resultar de ignorância ou de desleixo. Se for por ignorância, informe-se melhor, consulte dicionários e textos de gramática. Se for por desleixo, o leitor (e membro da Banca Examinadora) terá todo direito de pensar que o trabalho em si também foi feito com desleixo.
Seja
qual for a razão, é um desrespeito ao leitor.
Ao redigir, coloque-se sempre na posição do leitor.

janeiro 25, 2014

Fundação Escola Técnica Liberato


Veja AQUI Manual de Orientação para Projetos de Pesquisa.

PESQUISA QUALITATIVA E QUANTITATIVA

Diferença entre pesquisa qualitativa e quantitativa.

  • Uma vez definido o tema da pesquisa, deve-se escolher entre realizar uma pesquisa qualitativa ou uma quantitativa. Uma não substitui a outra: elas se complementam.
  • As pesquisas qualitativas têm caráter exploratório: estimulam os entrevistados a pensar e falar livremente sobre algum tema,objeto ou conceito. Elas fazem emergir aspectos subjetivos, atingem motivações não explícitas, ou mesmo não conscientes,de forma espontânea.
  • As pesquisas quantitativas são mais adequadas para apurar opiniões e atitudes explícitas e conscientes dos entrevistados, pois utilizam instrumentos padronizados (questionários). São utilizados quando se sabe exatamente o que deve ser perguntado para atingir os objetivos da pesquisa. Permitem que se realizem projções para a população representada. Elas testam, de forma precisa, as hipóteses levantadas para a pesquisa e fornecem índices que podem ser comparados com outros.
Amostra:

  • Qualitativa - não há preocupação em projetar resultados para a população. O número de entrevistados geralmente é pequeno.
  • Quantitativa - exige um número maior de entrevistados para garantir maior precisão nos resultados, que serão projetados para a população representada.
Questionário:

  • Qualitativa - normalmente as informações são coletadas por meio de um roteiro. As opininiões dos participantes são gravadas e posteriormente analisadas,
  • Quantitativas - as informações são colhidas por meio de um questionario estruturado com perguntas claras e objetivas. Isto garante a uniformidade de entendimento dos entrevistados.
Entrevista:

  • Qualitativa - são realizadas por meio de entrevistas em profundidade ou de discussões em grupo. Para as discussões em grupo, as pessoas( em média 8 ) são convidadas para um bate- papo realizado em salas especiais com circuito de gravação em áudio e vídeo. Nas entrevistas em profundidade, é feito o pré-agendamento do entrevistado e a sua aplicação é individual, em local reservado. Este procedimento garante a concentração do respondente.
  • Quantitativa - o entrevistador identifica as pessoas a serem entrevistads por meio de critérios previamente definidos: por sexo, por idade, por ramo de atividade, por localização geográfica etc. As entrevistas não exigem um local previamente ou em pontos de fluxo de pessoas. O importante é que sejam aplicadas individualmente e sigam as regras de seleção da amostra.
Relatório:

  • Qualitativa - as informações colhidas na abordagem qualitativa são analizadas de acordo com o roteiro aplicado e registradas em relatório, destacando opiniões, comentario e frases mais relevantes que surgiram.
  • Quantitativa - o relatório da pesquisa quantitativa, além das interpretações e conclusões, deve mostar tabelas de percentuais e gráficos.
De maneira sucinta, em pesquisas qualitativas o importante é o que se fala sobre um tema, enquanto que em pesquisas quantitativas o importante é quantas vezes é falado .

Referências


Como fazer pesquisa de opinião na escola http://www.ipm.org.br/ne_man_conh php?opm=3&ctd=3

dezembro 14, 2013

Elaboração de Projetos

Contextualização do tema:

Neste primeiro eixo do curso Elaboração de Projetos vamos estudar o conceito de projeto, fazendo um resgate histórico para conhecer suas características metodológicas e suas implicações nos processos de ensino e aprendizagem, principalmente quando se integra o uso das tecnologias e mídias. Mas, o que é projeto? É uma construção própria do ser humano que busca uma nova situação para satisfazer seus sonhos, seus ideais ou mesmo para responder às suas indagações no sentido de melhor compreendê-las. Desenvolver projetos envolve antever ações necessárias para transformar uma problemática em uma situação desejada.
“....entende-se por projeto um modo de agir do ser humano que define quem ele pretende ser e como se lançar em busca de metas” (MACHADO, 2000).

 Conceito de Projeto
A ideia de projeto é própria da atividade humana e de sua forma de pensar em algo que deseja tornar real. Projeto significa lançar para diante ( e traz ) a ideia de pensar uma realidade que ainda não aconteceu. Isto implica antecipação de uma ação que envolve analisar o presente como fonte de possibilidades futuras. A ideia de projeto faz parte da constituição do ser humano consciente de sua condição de incompletude de sujeito em constante busca de atingir seus objetivos e buscar respostas as suas questões.No processo de realização das ações, ocorrem imprevistos e mudanças se fazem necessárias, mostrando com isso que o projeto traz no seu bojo as ideias de previsão de futuro, abertura para mudanças, autonomia na tomada de decisão e flexibilidade.

 “O projeto não é uma simples representação do futuro, do amanhã, do possível, de uma ideia; é o futuro a fazer, um amanhã a concretizar, um possível a transformar em real, uma ideia a transformar em ato" ( MACHADO, 2000).
 
 

dezembro 05, 2013

Homenagem da Sângela, Ivone, Claudiane e Katia da TMA4 Noite: Paranifa Daniela e Professora Homenageada Sirlei

Os professores que vão ficar guardados em meu coração, Carlos Fontoura, Daniela Espindola, Juliana Hogetop, Joana Leal Leal, Profe Jane, Telvi, Sirlei Trespach. Adoro tds vcs Bjus.... (Palavras da Sângela)

 

novembro 29, 2013

Como postar vídeo no youtube

Diário de Bordo


 

 COMO SE FAZ UM DIÁRIO DE BORDO

O diário de bordo é um meio de os estudante registrarem as suas atividades, reflexões, comentários sobre o modo como o trabalho que desenvolveu-se em grupo ou individualmente se processou. É uma forma privilegiada de o seu autor descrever e refletir sobre os problemas que vão surgindo, os obstáculos que decorrem do desenvolvimento do trabalho e da forma de os superar. O registro escrito permite criar o hábito de pensar as práticas, de se pensar a própria aprendizagem.

O que se registra no diário de bordo?

Sendo o diário de bordo o relato de uma atividade, de uma sessão de trabalho, pode-se afirmar que é um instrumento de registro diário (daí a sua designação!). Deves anotar o local onde decorreu a atividade, a data, a hora do início e fim da tarefa, descrever o que fez individualmente ou em grupo. O registro tem de terminar com uma avaliação, uma reflexão sobre o modo como decorreu a tarefa, o seu efeito no processo de trabalho, as consequências futuras, etc.

Se, por exemplo, for fazer uma consulta à biblioteca registre: o local, dia, hora, o livro (ou outro material) que consultou, o resultado da pesquisa e a forma de registro. Termine a entrada no diário de bordo com o balanço da tarefa dando uma reflexão crítica.

Para se fazer um registro não é necessário que a atividade seja bem-sucedida: por exemplo, dirige a uma instituição para recolher material e não consegue: deve fazer este registro e escrever as suas conclusões sobre o sucedido. No diário de bordo pode também registrar as questões que quer colocar ao seu professor, reflexões sobre a forma como o seu grupo está trabalhando. Podem ser dadas indicações adicionais no contexto da sua turma, do projeto que está a desenvolver.

Não há um formulário específico para fazer o registro. Deve usar, contudo, um formulário simples que lhe ajudará a organizar o diário de bordo que irá fazer parte integrante do seu portfólio. (1)

Vantagens do diário de bordo

As vantagens do diário de bordo são várias, o que justifica a sua utilização por muitos professores de outras disciplinas. Vamos apenas referir algumas delas:

§ documentas o seu trabalho: o diário de bordo é um dos testemunhos das atividades que desenvolve;

§ organiza as suas reflexões pessoais sobre as iniciativas, sobre o seu trabalho;

§ ajuda-lhe a fazer a auto-avaliação ao longo do desenvolvimento do projeto;

§ promove hábitos de reflexão crítica e de escrita;

§ dá ao professor uma perspectiva do trabalho que desenvolve, da sua aprendizagem, torna-o um bom instrumento de avaliação.

Um bom registro

Pode-se perguntar: o que é um bom registro de um diário de bordo? É o registro que:

§ faz uma descrição rigorosa da atividade;

§ respeita as referências requeridas: dia, hora, local, recursos;

§ centra a descrição nos seus aspectos essenciais;

§ inclui uma reflexão crítica e comentários significativos.

É importante a apresentação e a forma como está redigido. O cumprimento de prazos e o número de entradas são fatores de valorização.

MONTEIRO, Manuela Matos. (2007). Área de Projecto - Guia do Aluno - 12º ano, Porto: Porto Editora

Slides


Escola Estadual de Ensino Médio Ildefonso Simões Lopes

Professora: Sirlei

2013

A comunicação feita por slides

 
Como aprimorar o uso de recursos multimidiáticos em apresentações

Maria Helena de Nóbrega

 
Falar em público não é mais uma atividade restrita a grupos específicos de profissionais. Além de professores e advogados muitas outras categorias veem-se obrigadas a vencer a fobia social e encarar apresentações para grupos grandes ou pequenos. Seja para demonstrar os resultados dos negócios, seja para justificar mudanças na estratégia empresarial, poucos escapam da situação de ter de se expor publicamente. Até os estudantes de graduação têm de fazer a apresentação oral do trabalho de conclusão de curso e enfrentar a arguição dos avaliadores.

A apreensão natural decorrente dessas atividades agrava-se pela obrigatoriedade bastante generalizada de que algum recurso visual deva ser utilizado. Dentre as várias opções - quadro branco, blocos de papel (flip chart), projetor de slides, projetor de vídeo, retroprojetor -, o projetor multimídia tem se destacado. Por ser um sistema que permite demonstrar informações na tela na forma de texto, imagens, sons, vídeos e animações, muitos auditórios e salas de reunião já possuem esse equipamento instalado.

A funcionalidade desse recurso é fácil de ser reconhecida, pois os programas de computador disponíveis no mercado são autoexplicativos e orientam o usuário sobre como criar as telas. O problema decorre da má utilização dos numerosos recursos gráficos, ferramentas de formatação, cores, sons e animação. Usados em excesso, esses visuais podem confundir o público, em vez de auxiliá-lo na apreensão da mensagem.    

Portanto, telas com textos longos, lidos pelo apresentador, exemplificam mau uso da ferramenta. Visuais que distraem a atenção do público devem ser dispensados. Em suma, se o elemento visual cria rivalidade com a fala do orador, rouba-lhe a cena, não se harmoniza com o conteúdo da fala, é melhor que ele não participe do evento.

Para fazer do multimídia um aliado poderoso, é preciso analisar como ocorre o processo de recepção da mensagem. A produção de efeitos adequados ao conteúdo da mensagem é, afinal, condição para que a tecnologia visual facilite a exposição e compreensão do tema, contribuindo de forma decisiva para a dinâmica da apresentação.

O fato indiscutível é que as telas, sozinhas, não garantem boas apresentações. Recursos tecnológicos bem utilizados precisam, sobretudo, somar-se à linguagem corporal natural e elegante, bem como ao estilo marcante do orador. No somatório desses elementos, no carisma e na credibilidade de quem fala é que se encontra o sucesso da apresentação.

Maria Helena da Nóbrega é professora de língua portuguesa na USP, autora de Estratégias de comunicação em grupo (Atlas, 2007).

 A ferramenta ideal

Em primeiro lugar, seria interessante considerar em que tipo de apresentação o multimídia é útil e, se for mesmo necessário, como fazer uso produtivo dele. Por exemplo: se a apresentação é sobre todas as peças que compõem um avião, sua utilidade é ampla: pela dificuldade de levar o avião ao local, montá-lo e desmontá-lo na frente do público, podem-se projetar imagens das peças, uma a uma, com a consequente montagem do aparelho. Tudo isso pode ser acompanhado de música, de forma a diluir o tédio das explicações por vezes excessivamente técnicas. Como a desmontagem e montagem já estão prontas nas imagens, o recurso permite considerável economia de tempo, precisão e facilidade na explanação. Para mostrar imagens, portanto, o multimídia é de grande valia. Além de fotos, podem-se projetar vídeos, com o enriquecimento do sistema de som. O recurso audiovisual sem dúvida acrescenta dinâmica à apresentação, seduz os ouvintes e auxilia a assimilação da mensagem.

A linguagem verbal

Há muitas situações em que o multimídia é usado para projetar só elementos da linguagem verbal. A composição da mensagem na tela produz efeitos de sentido diferentes dependendo dos recursos que a compõem. Deve-se pensar em tudo: no tipo e tamanho de letra, na diagramação, nas cores, nos efeitos de animação, no tempo da leitura das informações. A soma desses elementos é que torna a tela palatável ou não para o público.

Os tipos recomendados de letra são Verdana, Arial, Calibri. O melhor é evitar a Times New Roman, tão usada para impressos, pois pertence ao grupo das chamadas letras serifadas, próprias para impressão. Tudo tem de ser avaliado em função da projeção, ou seja, o que é mais fácil de ler na tela, sobretudo para pessoas mais distantes dela. Sugere-se tamanho da letra de 28 a 32 no texto e, para o título, acima de 40. Mas a disposição das letras deve parecer sedutora na tela. Além de organizar as linhas, ajuda na visualização usar a parte de cima da tela e, sem sobrecarregar o slide, manter espaçamento entre informações. Antes mesmo de ler, a sensação sobre o desenho da tela invade os sentidos de quem a vê: se a tela tiver excesso de palavras, "entra" de forma pesada nos olhos, sobrecarrega-os de informações das quais a pessoa quer logo livrar-se.

Desnecessário dizer que telas com texto exigem revisão gramatical criteriosa. Se contiverem erros, isso será avaliado de forma negativa: revela que o autor desconhece a linguagem padrão ou não dedicou tempo necessário para a edição do texto. Convém não abusar da benevolência do público!

Slide sem excesso de informação

A falta de sedução para a leitura das telas também ocorre quando há excesso de informação. Nesse sentido, é produtiva a comparação entre a tela projetada e o outdoor. Em ambos os casos, a informação deve ser transmitida de forma extremamente rápida, de 5 a 8 segundos. Mais do que isso, a leitura da tela deixa de ser coadjuvante e impede que o ouvinte preste atenção no orador.

Assim, fica claro que a tela deve conter poucas palavras e poucas linhas: 7 por 7 é uma boa conta! No máximo, recomendam-se em torno de 7 palavras por linha e 7 linhas por tela.

Trabalha-se, portanto, com tópicos, que serão esclarecidos pela exposição do orador.

Raramente há justificativa para colocar raciocínios completos na tela, afinal, se a tela explica tudo, o apresentador está dispensado. Melhor ainda: se a tela contém todas as informações que são meramente lidas pelo orador, é conveniente cancelar a apresentação e enviá-la por e-mail aos participantes, para que eles leiam o texto sossegadamente onde e quando quiserem.

Do exposto, conclui-se que escanear a página de um livro, projetá-la e lê-la são inadequações que podem abalar a usual indulgência
dos ouvintes.

O tipo e tamanho da letra, bem como a diagramação, diferem substancialmente na produção de um texto que se prestará à leitura ou à projeção. Por exemplo: o título nos textos impressos normalmente é grafado em CAIXA ALTA e negrito. Embora seja possível manter o negrito para informações projetadas, a leitura fica mais nítida quando se usa só a inicial de cada palavra do título em letra maiúscula: "Como Fazer Apresentações em Eventos Acadêmicos e Empresariais".

A sofisticação das telas

CORES - As cores contribuem para a sedução. Mas é preciso usá-las com parcimônia. Recorrer à grande número delas surtiria um efeito carnavalesco. Para apresentações sóbrias, como as profissionais e acadêmicas, sugerem-se três cores no máximo, harmoniosas e usadas para destacar, contrastar ou agrupar dados. Pode-se selecionar primeiramente a cor de fundo e depois uma cor de letras que gere contraste atraente. Padronizam-se as telas, criando coesão informacional. Fundo claro com letras escuras torna a leitura mais legível e menos cansativa.

RECURSOS DE ANIMAÇÃO - São bem variados nos programas de computador. Podem inserir efeitos que façam cada informação entrar girando, piscando, aumentando, diminuindo, pela esquerda ou direita, por cima e mais o que a criatividade do usuário ousar. Mas, em excesso, surtem efeito espalhafatoso: em vez de enriquecer a apresentação, distraem a atenção do público, dispersam, roubam o espaço do apresentador e afastam o ouvinte do tema da apresentação.

LUZ DE PROJEÇÃO - O orador não deve entrar na luz de projeção. Isso atrapalha a visualização das telas. A luz é para a projeção das telas, não para o apresentador. A figura dele projetada na tela, sobrepondo-se ao texto, cria resultado ruim, diferente do efeito de sentido que a clareza da apresentação pressupõe. É por isso que a localização ideal da tela é lateral ou acima do orador, para que ele possa estar no centro e não atrapalhar a projeção. Na falta dessa disposição, cabe ao orador improvisar a movimentação, sem projetar a própria sombra na tela.

março 08, 2012

fevereiro 20, 2012

Como fazer um Projeto de Pesquisa

Afinal, como se faz uma pesquisa? A pesquisa é um processo de investigação, de construção do conhecimento e de aprendizagem que tem como objetivo produzir novas informações e comprovar ou contestar uma teoria, hipótese ou tese. É uma das formas do pesquisador compreender e apreender um fenômeno, uma informação ou um fato, através de um procedimento lógico de investigação. É buscar uma resposta.
Lendo o parágrafo acima pode parecer complicado, mas não é! É inerente ao ser humano o instinto de buscar respostas para as suas dúvidas e perguntas. Fazemos isso diariamente, seja na nossa vida pessoal, no nosso trabalho, na escola ou na faculdade. Somos curiosos por natureza. Quando aliamos a esse impulso disciplina e método, estamos no caminho certo para termos sucesso na tarefa de pesquisar.
Leia o Livro
Assuntos abordados
Apresentação

Capítulo 1 Os tipos de pesquisa
Segundo sua natureza
Segundo a forma de abordagem do problema
Segundo os objetivos
Segundo a coleta de dados

Capítulo 2 As etapas da pesquisa
Primeira etapa: planejamento da pesquisa
Segunda etapa: execução da pesquisa
Terceira etapa: redação da monografia
A escolha do tema
Revisão da literatura ou levantamento bibliográfico
A formulação do problema
A justificativa
A definição dos objetivos da pesquisa
A metodologia da pesquisa
Elaboração do projeto de pesquisa

Capítulo 3 A estrutura do projeto de pesquisa
Elementos pré-textuais
Capa
Lombada
Folha de rosto
Lista de ilustrações
Lista de tabelas
Lista de abreviaturas
Sumário
Elementos textuais
Cronograma
Orçamento
Elementos pós-textuais
Referências
Glossário
Apêndice
Anexos
Índice

Capítulo 4 Regras para a apresentação de projetos de pesquisa
Formato
Margens
Alinhamento e espaçamento
Notas de rodapé
Parágrafos
Numeração das seções/capítulos
Títulos das seções/capítulos
Paginação
Citações
Regras para a apresentação das citações
Referências
Observação: a compra pode ser feita on-line por R$ 9,90

Fonte de pesquisa Créditos para:
http://www.zemoleza.com.br/livro-como-fazer-projetos-pesquisa.html

dezembro 16, 2011

Seminário de Avaliação e Planejamento dos NTEs/RS

Angélica (SE) Sirlei (NTE Osório)
Vanda (11ª CRE) e Silvana (NTE Osório)
Colegas de NTEs

MODERNIZAÇÃO TECNOLÓGICA
Formação e Prospecção de trabalho dos Núcleos de Tecnologia Educacional – SEDUC-RS
Seminário de Avaliação e Planejamento
Data: 12 e 13 de dezembro de 2011
Local: Centro de Treinamento Procergs (Rua Dr Mario Totta, 64, Tristeza, Porto Alegre)
PAUTA: 12 dez 2011
8h30: Credenciamento
9h00: Abertura Ana Claudia Figueroa, prospectando 2012 (programas, metas, composição equipe NTEs)
10h00: Parceria com Procergs, prospectando novos cenários
10h30: intervalo para o café
10h45: Reflexão Tecnologias do século XXI, na Sociedade e na Educação
12h00: ALMOÇO (na própria Procergs)
13h30: Avaliação, com Angélica
Trabalho em grupo para auto-avaliação em 3 aspectos (pedagógico, estrutural e equipe)
15h00: intervalo para o café
15h20: Planejamento (trabalho em grupo): Tema 1 Formação para Província de São Pedro
NTE
Escolas
UCA/Mec
16h45: Plenária tema 1
18h00: Encerramento
13 dez 2011
8h30: Relato Daniel sobre PROINFO para 2012
9h00: Planejamento (trabalho em grupo): Tema 2 A Formação em Tecnologia Educacional no RS
Proinfo
Uso dos Laboratórios nas escolas
Boas Práticas Digitais
10h45: intervalo para o café
11h00: Reflexão: Alteração Curricular do Ensino Médio, Proposições para Tecnologia Educacional
12h00: ALMOÇO (na própria Procergs)
13h30: Planejamento (trabalho em grupo): Tema 3 Ensino Médio,Tecnologia Educacional à luz da reforma curricular
Laboratórios móveis
Demandas da implementação do novo currículo do Ensino Médio em 2012
15h00: intervalo para o café
16h00: Plenária final e prospectando orientações de cronograma de 2012
17h30: Encerramento

FELIZ NATAL A TODOS QUE PASSAREM POR AQUI!!!


novembro 09, 2011

SALVANDO DOCUMENTOS NO TUXPAINT

Deixo aqui orientações para quem trabalha com o programa TUXPAINT (Salvar os trabalhos dos alunos)


Encontre o arquivo salvo no computador:


1. Pasta do usuário
2. Barra de comando
3. Ver
4. Mostrar arquivo oculto
5. Pasta tuxpaint
6. Saved
7. Clica na figura
8. Mover para
9. Pasta principal
10. Desktop
11. Pasta criada (ex: curso)
12. Mover para cá


MUDAR O CAMINHO PARA SALVAR NO TUX PAINT


1. Iniciar
2. Programas educacionais
3. Português
4. Tuxpaint-config
5. SAVING
6. Use “All users” setingns (desmarcar)
7. Save directory (marcar)
8. Browse (escolher pasta onde quer salvar)
9. LANGUAGES
10. Language (escolher PORTUGUESE)
11. VÍDEO & SOUND
12. Vídeo (marcar Fullscren)
13. Window Size (escolher resolução do Fullscren 1024X768)


MUDAR EXTENSÃO PARA .JPG OU .PNG


1. Na pasta Tux Paint
2. Clique direito do mouse na figura
3. Abrir com
4. Kolour Paint
5. Arquivo
6. Salvar como (escolher pasta onde salvar: localização, nome,filtro)
7. Salvar


NA PASTA TUX PAINT PODE-SE MUDAR A EXTENSÃO DO ARQUIVO CLICANDO COM O BOTÃO DIREITO DO MOUSE EM PROPRIEDADES.


PODE-SE FAZER APRESENTAÇÃO DE SLIDES EM ABRIR/SLIDES.

outubro 19, 2011

SEMINÁRIO BOAS PRÁTICAS NTEs OSÓRIO E GUAÍBA

O Seminário foi tão bom que fomos parar no outdoor em Poa!!

Nossa Equipe de organização do Seminário BOAS PRÁTICAS
no dia 11 de outubro no Auditório Paulo Freire/SE


Sirlei NTE Osório dando boas vindas aos professores presentes no Seminário
Boas Práticas

Silvana apresentando o professor que vai socializar a Boa Prática
Equipe NTE Guaíba 12ª CRE

outubro 05, 2011

O que é ser professor hoje?

Estava procurando, um texto, uma frase sobre o que é ser professor hoje, encontrei este que segue abaixo do site contribuição do professor Odílio.
Nem Cristo aguentaria ser um professor nos dias de hoje.
O Sermão da Montanha (Versão para educadores)

Naquele tempo, Jesus subiu a um monte seguido pela multidão e, sentado sobre uma grande pedra, deixou que os seus discípulos e seguidores se aproximassem.
Ele os preparava para serem os educadores capazes de transmitir a lição da Boa Nova a todos os homens.
Tomando a palavra, disse-lhes:
- “Em verdade, em verdade vos digo:
Felizes os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.
Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
Felizes os misericordiosos, porque eles...”
Pedro o interrompeu:
- Mestre, vamos ter que saber isso de cor?
André perguntou:
- É pra copiar?
Filipe lamentou-se:
- Esqueci meu papiro!
Bartolomeu quis saber:
- Vai cair na prova?
João levantou a mão:
- Posso ir ao banheiro?
Judas Iscariotes resmungou:
- O que é que a gente vai ganhar com isso?
Judas Tadeu defendeu-se:
- Foi o outro Judas que perguntou!
Tomé questionou:
- Tem uma fórmula pra provar que isso tá certo?
Tiago Maior indagou:
- Vai valer nota?
Tiago Menor reclamou:
- Não ouvi nada, com esse grandão na minha frente.
Simão Zelote gritou, nervoso:
- Mas por que é que não dá logo a resposta e pronto!?
Mateus queixou-se:
- Eu não entendi nada, ninguém entendeu nada!
Um dos fariseus, que nunca tinha estado diante de uma multidão nem ensinado nada a ninguém, tomou a palavra e dirigiu-se a Jesus, dizendo:
- Isso que o senhor está fazendo é uma aula? Onde está o seu plano de curso e a avaliação diagnóstica? Quais são os objetivos gerais e específicos? Quais são as suas estratégias para o levantamento dos conhecimentos prévios?
Caifás emendou:
- Fez uma programação que inclua os temas transversais e atividades integradoras com outras disciplinas? E os espaços para incluir os parâmetros curriculares gerais? Elaborou os conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais?
Pilatos, sentado lá no fundão, disse a Jesus:
- Quero ver as avaliações da primeira, segunda e terceira etapas e reservo-me o direito de, ao final, aumentar as notas dos seus discípulos para que se cumpram as promessas do Imperador de um ensino de qualidade. Nem pensar em números e estatísticas que coloquem em dúvida a eficácia do nosso projeto. E vê lá se não vai reprovar alguém! Lembre-se que você ainda não é professor titular.