dos ouvintes.
"Educar é colaborar para que professores e alunos transformem suas vidas em processos permanentes de aprendizagem. É ajudar os alunos na construção da sua identidade, do seu caminho pessoal e profissional, no desenvolvimento das habilidades de compreensão, emoção e comunicação que lhes permitam encontrar seus espaços pessoais, sociais e profissionais e tornar-se cidadãos realizados e produtivos". Moran
novembro 29, 2013
Slides
dos ouvintes.
março 03, 2013
março 02, 2013
outubro 15, 2012
março 12, 2012
março 08, 2012
fevereiro 20, 2012
Como fazer um Projeto de Pesquisa
Lendo o parágrafo acima pode parecer complicado, mas não é! É inerente ao ser humano o instinto de buscar respostas para as suas dúvidas e perguntas. Fazemos isso diariamente, seja na nossa vida pessoal, no nosso trabalho, na escola ou na faculdade. Somos curiosos por natureza. Quando aliamos a esse impulso disciplina e método, estamos no caminho certo para termos sucesso na tarefa de pesquisar.
Apresentação
Capítulo 1 Os tipos de pesquisa
Segundo sua natureza
Segundo a forma de abordagem do problema
Segundo os objetivos
Segundo a coleta de dados
Capítulo 2 As etapas da pesquisa
Primeira etapa: planejamento da pesquisa
Segunda etapa: execução da pesquisa
Terceira etapa: redação da monografia
A escolha do tema
Revisão da literatura ou levantamento bibliográfico
A formulação do problema
A justificativa
A definição dos objetivos da pesquisa
A metodologia da pesquisa
Elaboração do projeto de pesquisa
Capítulo 3 A estrutura do projeto de pesquisa
Elementos pré-textuais
Capa
Lombada
Folha de rosto
Lista de ilustrações
Lista de tabelas
Lista de abreviaturas
Sumário
Elementos textuais
Cronograma
Orçamento
Elementos pós-textuais
Referências
Glossário
Apêndice
Anexos
Índice
Capítulo 4 Regras para a apresentação de projetos de pesquisa
Formato
Margens
Alinhamento e espaçamento
Notas de rodapé
Parágrafos
Numeração das seções/capítulos
Títulos das seções/capítulos
Paginação
Citações
Regras para a apresentação das citações
Referências
Observação: a compra pode ser feita on-line por R$ 9,90
Fonte de pesquisa Créditos para:
http://www.zemoleza.com.br/livro-como-fazer-projetos-pesquisa.html
dezembro 16, 2011
Seminário de Avaliação e Planejamento dos NTEs/RS
novembro 09, 2011
SALVANDO DOCUMENTOS NO TUXPAINT
Encontre o arquivo salvo no computador:
1. Pasta do usuário
2. Barra de comando
3. Ver
4. Mostrar arquivo oculto
5. Pasta tuxpaint
6. Saved
7. Clica na figura
8. Mover para
9. Pasta principal
10. Desktop
11. Pasta criada (ex: curso)
12. Mover para cá
MUDAR O CAMINHO PARA SALVAR NO TUX PAINT
1. Iniciar
2. Programas educacionais
3. Português
4. Tuxpaint-config
5. SAVING
6. Use “All users” setingns (desmarcar)
7. Save directory (marcar)
8. Browse (escolher pasta onde quer salvar)
9. LANGUAGES
10. Language (escolher PORTUGUESE)
11. VÍDEO & SOUND
12. Vídeo (marcar Fullscren)
13. Window Size (escolher resolução do Fullscren 1024X768)
MUDAR EXTENSÃO PARA .JPG OU .PNG
1. Na pasta Tux Paint
2. Clique direito do mouse na figura
3. Abrir com
4. Kolour Paint
5. Arquivo
6. Salvar como (escolher pasta onde salvar: localização, nome,filtro)
7. Salvar
NA PASTA TUX PAINT PODE-SE MUDAR A EXTENSÃO DO ARQUIVO CLICANDO COM O BOTÃO DIREITO DO MOUSE EM PROPRIEDADES.
PODE-SE FAZER APRESENTAÇÃO DE SLIDES EM ABRIR/SLIDES.
outubro 19, 2011
SEMINÁRIO BOAS PRÁTICAS NTEs OSÓRIO E GUAÍBA
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| O Seminário foi tão bom que fomos parar no outdoor em Poa!! |
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| Nossa Equipe de organização do Seminário BOAS PRÁTICAS no dia 11 de outubro no Auditório Paulo Freire/SE |
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| Sirlei NTE Osório dando boas vindas aos professores presentes no Seminário Boas Práticas |
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| Silvana apresentando o professor que vai socializar a Boa Prática |
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| Equipe NTE Guaíba 12ª CRE |
outubro 05, 2011
O que é ser professor hoje?
O Sermão da Montanha (Versão para educadores)
Naquele tempo, Jesus subiu a um monte seguido pela multidão e, sentado sobre uma grande pedra, deixou que os seus discípulos e seguidores se aproximassem.
Ele os preparava para serem os educadores capazes de transmitir a lição da Boa Nova a todos os homens.
Tomando a palavra, disse-lhes:
- “Em verdade, em verdade vos digo:
Felizes os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.
Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
Felizes os misericordiosos, porque eles...”
Pedro o interrompeu:
- Mestre, vamos ter que saber isso de cor?
André perguntou:
- É pra copiar?
Filipe lamentou-se:
- Esqueci meu papiro!
Bartolomeu quis saber:
- Vai cair na prova?
João levantou a mão:
- Posso ir ao banheiro?
Judas Iscariotes resmungou:
- O que é que a gente vai ganhar com isso?
Judas Tadeu defendeu-se:
- Foi o outro Judas que perguntou!
Tomé questionou:
- Tem uma fórmula pra provar que isso tá certo?
Tiago Maior indagou:
- Vai valer nota?
Tiago Menor reclamou:
- Não ouvi nada, com esse grandão na minha frente.
Simão Zelote gritou, nervoso:
- Mas por que é que não dá logo a resposta e pronto!?
Mateus queixou-se:
- Eu não entendi nada, ninguém entendeu nada!
Um dos fariseus, que nunca tinha estado diante de uma multidão nem ensinado nada a ninguém, tomou a palavra e dirigiu-se a Jesus, dizendo:
- Isso que o senhor está fazendo é uma aula? Onde está o seu plano de curso e a avaliação diagnóstica? Quais são os objetivos gerais e específicos? Quais são as suas estratégias para o levantamento dos conhecimentos prévios?
Caifás emendou:
- Fez uma programação que inclua os temas transversais e atividades integradoras com outras disciplinas? E os espaços para incluir os parâmetros curriculares gerais? Elaborou os conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais?
Pilatos, sentado lá no fundão, disse a Jesus:
- Quero ver as avaliações da primeira, segunda e terceira etapas e reservo-me o direito de, ao final, aumentar as notas dos seus discípulos para que se cumpram as promessas do Imperador de um ensino de qualidade. Nem pensar em números e estatísticas que coloquem em dúvida a eficácia do nosso projeto. E vê lá se não vai reprovar alguém! Lembre-se que você ainda não é professor titular.
setembro 12, 2011
agosto 18, 2011
Há vaga de amigos sinceros
E noites de riso... candidate-se!!!
julho 06, 2011
Motivação
Peça ILUMINAÇÃO...
Programe seu dia.
Isso chama-se REFLEXÃO...
Agora com tudo planejado,comece a trabalhar.
Isso chama-se AÇÃO...
Acredite que tudo vai dar certo.
Isso chama-se FÉ...
Faça tudo com alegria.
Isso chama-se ENTUSIASMO...
Dê o melhor de si.
Isso chama-se PERFEIÇÃO...
Faça as coisas com vontade.
Isso chama-se AMOR...
Tenha um bom dia,
TODOS OS DIAS!!!
junho 15, 2011
Projetos
Fonte: Sala de Aula.
junho 12, 2011
Máquina de Quadrinhos
Novos contatos
Site: http://marciaribeiro.webnode.com.br/
Blog: http://atividadeslaptop.blogspot.com/
maio 26, 2011
Dicas para motivar o aluno no computador
maio 25, 2011
maio 23, 2011
maio 21, 2011
Projeto para Educação Infantil
Sabemos que a informática é uma realidade cada vez mais presente em nosso cotidiano e que cabe a escola ser mediadora no processo educativo e democrático. Sendo assim a presença do computador nos leva a perceber que a utilização deste vai além do uso de Softwares, pois o trabalho de construção e a produção de produtos, utilizando esta tecnologia nos trazem resultados pedagógicos muito expressivos. Por estarmos diante de mudanças sociais e por essas influenciarem diretamente na educação, o uso do computador no processo de ensino-aprendizagem deve ser encarado como um desafio.
OBJETIVOS:
- Proporcionar aos alunos de Educação Infantil o primeiro contato com o computador;
- Proporcionar o contato com a máquina para aperfeiçoar a coordenação motora;
- Desenvolver nos alunos o interesse em conhecer o mundo virtual através de jogos;
- Proporcionar uma aprendizagem prazerosa através do lúdico.
- Utilizar os recursos da informática como auxilio didático e pedagógico no trabalho de sala de aula.
maio 19, 2011
maio 18, 2011
HagaQuê
maio 09, 2011
Conhecimento Prévio
abril 13, 2011
março 23, 2011
SALA DE AULA DIGITAL RS
O Projeto Sala de Aula Digital no Rio Grande do Sul tem o objetivo de promover a utilização dos recursos tecnológicos no processo de aprendizagem dos alunos da rede municipal de ensino. Para isso, estão sendo realizadas algumas ações: implantação dos ambientes de informática, softwares específicos, portais para as escolas com sala de aula virtual, capacitação de monitores para suporte às ações nos ambientes de informática e a formação dos professores objetivando desenvolver habilidades e competências no uso dos recursos tecnológicos para ensinar.
junho 30, 2010
Temos na Internet uma grande fonte de informações. Isso nos anima e ao mesmo tempo nos traz novos conflitos. Ficamos animados com a possibilidade de digitar uma palavra-chave e recebermos inúmeras referências sobre um assunto, no entanto, entramos em conflito quando temos uma questão sobre um fato cotidiano e não sabemos como encontrar a resposta na infinidade de sites com os quais nos deparamos. Antes da invenção da imprensa e muito antes do registro do homem nas cavernas ou nas pedras o homem já aprendia com os outros. A própria linguagem foi desenvolvida dessa forma; foi assim que aprendemos a falar.
Embora interações estejam presentes em nosso dia-a-dia, há necessidade de ampliarmos nossa rede de relações e reconhecermos que aprender com o(s) outro(s) deve fazer parte de nossa formação continuada. A Internet possui vários espaços para formação e ampliação dessas redes de aprendizagem; nunca é tarde para aprendermos mais sobre estas possibilidades e buscarmos o espaço que consideramos mais adequado as nossas necessidades.
Quando se inicia um trabalho em educação através das chamadas TICs, são comuns as perguntas: “Por onde começamos?”; “Pelos aplicativos?”; “Por quais deles?”; “Pelos sites da Internet ?”; “Pelas partes do computador?”
Após trabalhar, nesta área, com professores e alunos, chegamos à conclusão de que, se queremos promover a autonomia, devemos iniciar a formação em tecnologia pelo acesso às ferramentas de comunicação. Além disso, criar uma comunidade de aprendizagem para que o grupo tenha condições de continuar aprendendo pela troca de e-mails e/ou outros serviços de comunicação. Ao saber enviar e receber um e-mail para um determinado grupo de pessoas, já temos como garantir que todo o restante de nossos objetivos seja cumprido: já é possível que cada um busque o seu próprio conhecimento aprendendo uns com os outros, utilizando o potencial da Internet.
É esperado que um professor saiba como contribuir com outro na busca de soluções de desafios, uma vez que ele, por compartilhar de situações semelhantes, também tem condições de refletir sobre um mesmo conflito. Quem é que não se lembra de uma situação específica de trabalho que compartilhou com outro colega e que, graças à interação, conseguiu se sair bem?
Em suma, o uso das ferramentas de comunicação da Internet pode se constituir em um importante recurso de formação continuada para o educador, sendo um passo importante para que ele saiba como buscar o conhecimento de que precisa e no momento em que precisa.
AUTORES
Mary Grace Martins é pedagoga pela faculdade de educação da USP, atua na área de formação de professores para uso da tecnologia e ensino à distância. É consultora pedagógica do Instituto Crescer para a Cidadania e também da Microsoft Educação. Responsável pela edição do site Vivência Pedagógica e pelo espaço de interação com os participantes, nessa comunidade. Além disso, atua em diversas listas de discussão para educadores, disponíveis na Internet.
http://www.vivenciapedagogica.com.br/
Um dos desafios com o qual nos deparamos em todos os níveis de ensino é o de promover um trabalho significativo com pesquisa entre os nossos alunos. Independente dos recursos utilizados, a grande questão é contribuir para que realmente todos consigam transformar informação em conhecimento.
Atualmente temos algumas estratégias interessantes, como por exemplo o trabalho com WebQuests e Webgincanas e também a proposta de projetos de aprendizagem em que o roteiro da pesquisa parte de questões que surgem dos próprios alunos.
Ainda que seja comum que o professor selecione os sites que os alunos deverão consultar ao desenvolver projetos com WebQuests ou Webgincanas, também é possível construir essa etapa do trabalho em parceria com os alunos, até mesmo transformando um projeto de aprendizagem em uma publicação sistematizada no formato de WebQuest.
De qualquer modo, quando o professor opta por trabalhar com as possibilidades de pesquisa com os alunos, inclusive o uso de buscadores, há necessidade de trabalhar e refletir sobre o uso destes recursos. O manual do Yahoo Busca Educação, apresenta orientações importantes e traz sugestões que certamente contribuirão com a aprendizagem dos alunos.
Além da necessidade de vencer os desafios iniciais do trabalho com pesquisa na escola, uma outra dificuldade é o acompanhamento desse processo, visto que geralmente cada aluno caminha em um ritmo diferente. Assim, é importante promover espaços durante o próprio processo de aprendizagem, para que os alunos compartilhem suas descobertas, discutam suas hipóteses e reflexões e também para que o professor tenha melhores condições de mediar esse processo.
Uma alternativa é o uso de um grupo de discussão para o acompanhamento de um projeto colaborativo e também para que os alunos socializem suas produções e descobertas desde o início de cada projeto.
O Yahoo possui um recurso ótimo e simples de ser utilizado, disponivel em: http://br.groups.yahoo.com/. Qualquer educador pode criar gratuitamente uma lista de discussão para facilitar a colaboração entre os seus educandos.
Para isso é necessário realizar um cadastro que dará direito a uma ID Yahoo e uma senha, sendo que o mesmo deverá ser feito pelos alunos participantes.
Dentre os recursos que poderão ser utilizados, cabe destacar:
• Arquivos: espaço que permite a criação de pastas e disponibilização de produções em diversos formatos (.doc, xls, ppt, mpeg) por todos os participantes do grupo.
• Fotos: Espaço que permite a publicação de imagens organizadas em pastas, pelos alunos. Também é possível publicar várias imagens por vez
• Links: Semelhante ao recurso de arquivos e fotos, só que nesse caso permite a socialização dos sites utilizados pelos alunos para a pesquisa. Logo quando os alunos descobrem sites que contribuirão com seus projetos, já poderão adicionar ao diretório do grupo, o que permitirá que todos tenham idéia sobre o que foi encontrado.
• Enquetes: Os participantes poderão criar pesquisas de opinião e já contar com os resultados tabulados. Esse recurso pode interessar dependendo do projeto desenvolvido, uma vez que pesquisa não se resume apenas a busca por sites ou livros.
• Agenda: O professor pode aproveitar esse recurso para registrar o cronograma do projeto e as principais tarefas combinadas com os alunos.
• Bate-papo: Esse recurso de chat pode interessar principalmente se o projeto for desenvolvido entre alunos de diferentes localidades
• Troca de e-mails: os alunos poderão enviar mensagens para um único e-mail e todos os participantes receberão, sem precisar acessar o grupo. Ex: se o endereço do grupo criado for: http://br.groups.yahoo.com/group/grupoX ao enviar uma mensagem para grupoX@yahoogrupos.com.br todos os usuários cadastrados receberão.
Ao criar um grupo no Yahoo, tal como o da Vivência Pedagógica, os participantes ganharão uma página própria com todos os recursos acima listados. O professor também terá como saber o que foi postado e qual aluno que contribuiu, pois o nome dos autores sempre aparece ao lado, facilitando o acompanhamento.
Para que os participantes atuem de modo realmente colaborativo, ou seja, não apenas o criador do grupo ou moderador fique responsável por tudo, será necessário apenas configurar para que todos possam acrescentar suas contribuições. Após a criação e configuração a tarefa será utilizar estratégias para promover a interação do grupo e também mediar o processo de aprendizagem para que todos avancem significativamente.
Possibilidades pedagógicas e recursos técnicos gratuitos nós já sabemos que não é dificil encontrar. Como utilizá-los é o nosso grande desafio, por isso se queremos promover uma aprendizagem mais autônoma e descentralizada da figura do educador é importante que também criemos espaços que possibilitem construções colaborativas sempre refletindo sobre que aspectos de nossa prática podem contribuir para o fortalecimento dessas redes de aprendizagem.
Fonte:http://www.vivenciapedagogica.com.br/pesquisa_colaborativa_em_rede.html em 30/06/2010
www.vivenciapedagogica.com.br – Comunidade sobre tecnologia educacional, com dicas, relatos de experiências e espaço para comentários e discussões entre os participantes. Há também link para a lista de discussão dessa comunidade que atualmente conta com quase 350 participantes. É um espaço para educadores compartilharem experiências relacionadas à educação e projetos pedagógicos.
maio 25, 2010
Leituras e Escritas
A escola é um dos espaços privilegiados onde devem ocorrer as aprendizagens de leitura e escrita durante toda a Educação Básica. Observe-se o caso da criança que, de repente, já ao final da Educação Infantil ou ao longo do primeiro ano, vai descobrindo que pode fazer a leitura do texto escrito, e não apenas das imagens nos livros de história. Da mesma forma, pode-se ver a emoção do adulto que, estudando pela primeira vez ou retornando aos bancos escolares, consegue escrever um bilhete ou uma carta e ler com compreensão o que acabou de escrever.Ler e escrever são assim, tarefas da escola, e não apenas do professor dos anos iniciais ou de Língua Portuguesa, que devem estar presentes em todos os tempos e espaços do ambiente escolar. Nesse sentido, destacamos duas matérias que mostram como essas capacidades são relevantes e quanto o professor deve atuar como mediador entre o aluno e o objeto de aprendizagem. Em Criar leitores, a autora, entre várias considerações, destaca que é preciso que o Brasil se torne um país de leitores críticos, reflexivos, independentes, desde a Educação Infantil. Importância da radionovela na história do nosso povo apresenta o relato de um projeto interdisciplinar que envolveu crianças de 1º a 5º anos do Ensino Fundamental, em que os alunos foram desafiados a exercitar a leitura, o texto e a palavra, ampliando o sentido das mensagens. Usando a internet mostra o valor da leitura e da escrita em Geografia, não só do texto escrito mas da leitura de imagens que o programa Google Earth coloca à disposição de todos. Em Pontilhados em questão, a autora chama a atenção para a importância das primeiras experiências da criança com a escrita – representação gráfica predefinida – mas que deve permitir a liberdade por parte do aluno para imprimir seu estilo pessoal no traçado das letras.
Por isso, não importa a área de conhecimento, o nível ou a modalidade de ensino: o professor deve constituir-se em incentivador da turma para que leia, goste de ler e tenha prazer em descobrir o mundo por meio de diferentes tipos de texto e que faça uso da escrita como forma de expressão e de comunicação com o outro.
Fonte: Revista do Professor Nº 102 – Abril a Junho de 2010
março 02, 2010
UTILIZANDO BLOGS NA EDUCAÇÃO
A especialista acredita tanto no poder do blog na Educação que aponta diversas razões para que os professores busquem a tecnologia como aliada e passem a ter seus blogs como campus virtual de suas aulas ou vitrines de suas idéias e trabalhos. Segundo Betina, com o hábito de escrever e ter seu texto lido e comentado, não é preciso dizer que se cria um excelente canal de comunicação com os alunos, tantas vezes tão distantes. Além de trocar idéias com a turma, no blog, o professor faz isso em um meio conhecido por eles, pois muitos costumam se comunicar por meio de seus blogs pessoais. "O professor 'blogueiro' certamente se torna um ser mais próximo deles. Talvez, digital, o professor pareça até mais humano", reflete.
O aspecto mais saudável do blog, na opinião de Betina, é que os posts sempre podem ser comentados. Com isso, o professor, como qualquer "blogueiro", tem inúmeras oportunidades de refletir sobre as suas colocações, o que só lhe trará crescimento pessoal e profissional. "Este docente certamente começa a refletir mais sobre suas próprias opiniões, o que é uma das práticas mais desejáveis para um mestre em tempos em que se acredita que a construção do conhecimento se dá pelo diálogo", defende.
Não é preciso dizer que, com tanta conexão possibilitada por um blog, o professor consegue ampliar sua aula. Alunos interessados podem aproveitar a oportunidade para pensar mais um pouco sobre o tema, o que nunca faz mal a ninguém. Além disso, o blog permite que os próprios alunos vejam os trabalhos dos colegas e consigam fazer uma comparação das idéias resultantes de cada trabalho, o que é saudável para o aprendizado. Quem viveu isso na prática, defende que o recurso funciona e melhora a relação dos alunos com as atividades, além de suas reflexões sobre os trabalhos.
Pesquisa no blog: http://www.universia.com.br/docente/materia.jsp?materia=14193 em 02 de março de 2010.
junho 26, 2009
VOCÊ QUER PLANEJAR BEM?
Planejamento de Aula
Várias escolas possuem diferentes modos de organizar o conteúdo didático. Muitas delas preferem trabalhar com métodos prontos, como as conhecidas “apostilas”. Outras preferem escolher separadamente o livro que será usado como base para cada matéria. O que é certo, é que nem sempre esses materiais podem suprir todas as necessidades do professor.
Cada classe possui uma personalidade, diferentes níveis de entendimento sobre certos assuntos, e alunos com dificuldades diversas. Sendo assim, o professor deve estar apto a formular um Plano de Aula satisfatório sempre que for necessário. À frente da classe, ele tem de ser capaz de perceber o que mais precisa ser trabalhado de forma diferente, nem que isso signifique fugir um pouco da programação do material “pré-formulado” dado pela escola.
Estrutura do plano
O profissional usufrui de uma grande liberdade na hora de montar um plano de aula. Contudo, há certos itens básicos que devem ser observados e merecem ser seguidos. Montamos, resumidamente aqui, um esquema dividido em quatro etapas:
Escolher o tema da aula. Pois é a partir dele que todo o plano será elaborado.
Definir o objetivo e as competências que deverão ser desenvolvidas nos alunos.
Pesquisar os materiais que serão utilizados: livros, filmes, músicas, sites, sucata, tinta etc. Dependendo do nível da classe, uma bibliografia poderá auxiliar os alunos.
Criar estratégias de como e quando cada material e/ou as informações serão apresentadas ou utilizadas, para que o objetivo - no item 2 - seja alcançado com sucesso. A estratégia deve ser elaborada de forma a manter a atenção e a motivação dos alunos durante toda a aula. Provocar debates e questionamentos para o bom desenvolvimento do tema e, se possível, aproximar os alunos de forma prática e interativa ao que está sendo estudado.
Os temas
Os Planos de Aula são úteis para todos os níveis - todas as idades - e sua prática deve fazer parte do dia-a-dia do professor. A idéia de um bom tema pode surgir, por exemplo, de uma conversa entre professor e alunos. Uma pequena dúvida pode se transformar em uma grande aula, caso o professor saiba aproveitá-la.
Enfim, a título de ilustração, um filme brasileiro em evidência, como “O ano em que meus pais sairam de férias”, de Cao Hamburguer, um dos finalistas para a indicação ao Oscar na categoria de melhor filme estrangeiro, pode servir para se discutir um trecho da História do Brasil em aula.
Muitos sites se propõem a disponibilizar Planos de Aula já prontos, com bibliografia e tudo! Vale a pena conferir, tanto para utilizá-los quanto para aprender como se faz. O portal Vivência Pedagógica, por exemplo, oferece vários endereços eletrônicos de revistas e outros portais que possuem Planos de Aula para serem lidos livremente.
Mais!
Veja alguns planos de aula, pedagógicos, curriculares, temas diversos e outros links interessantes:
No Futuro Professor: outros artigos sobre plano de aula.
Oriente Médio (Nova Escola)
Saúde e atividade física (Nova Escola)
200 anos da chegada da Corte ao Brasil (Leitura e Escrita na Escola)
Os 100 anos da imigração japonesa no Brasil (Leitura e Escrita na Escola)
Exercícios para anos iniciais (EdukBr)
maio 16, 2008
ETAPA 3 - CURSO MÍDIAS NA EDUCAÇÃO
Planeje, execute e avalie uma atividade dentro dos conteúdos que você está trabalhando neste momento em sua sala de aula, usando o computador como recurso didático.
1. TIPO DE PROPOSTA
Enfatizar diretamente a aprendizagem dos alunos.
2. TÍTULO
Produzindo HQs.
3. IDENTIFICAÇÃO
Sirlei Trespach de Souza, professora multiplicadora no NTE/RLN-Osório.
4. PARCERIA
Professores, classe de alunos.
5. JUSTIFICATIVA
Cotidianamente presente à vida moderna está o computador, a possibilidade de usá-lo como ferramenta de apoio ao processo de aprendizagem se amplia continuamente. Seu efetivo na escola ainda não é satisfatório. Entre as muitas causas está o apego aos métodos tradicionais de ensino e o não engajamento do professor ao processo de integração telemática às práticas pedagógicas.
É necessário aproveitar melhor o potencial do computador, modificando as formas de aprender, reforçando o papel do aluno como agente de sua aprendizagem.
Sabendo que ainda é um desafio fazer com que o professor se aproprie das tecnologias no seu cotidiano, pretendo fazer uso do computador e câmera digital para explorar de forma interdisciplinar a criatividade do professor e do aluno. Possibilitando que o aluno seja sujeito de sua própria aprendizagem.
Com o estudo sobre HQs e sabendo que são Arte e Literatura convidei a professora da disciplina de Artes para realizar atividade com uma turma de alunos da sua classe.
6. OBJETIVOS
· Possibilitar a produção de um audiovisual;
· Dinamizar, incentivar e orientar a utilização de HQs;
· Criar condições iniciais para a classe de alunos utilizarem o laboratório de informática;
· Utilizar intencionalmente os elementos visuais e as suas interações para o enriquecimento da expressão e da recepção de mensagens visuais;
· Participar com empenho e competência nas tarefas do grupo, assumindo os seus saberes, opiniões e valores perante os outros, com sentido crítico;
· Proporcionar ao aluno uma aula mais prazerosa.
7. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES
· A construção de HQs (Histórias em Quadrinhos) será desenvolvida com classe de 7ª série turma 72 constituída de 22 alunos.
· Freqüência semanal até o término da proposta.
· No primeiro momento (primeira aula) trabalhar com textos sobre a prevenção do meio ambiente, em especial a água. Estes textos informarão ao aluno as condições do uso indiscriminado da água potável bem como a poluição de rios, lagoas, mares causados pelo homem, conscientizando o aluno da necessidade de economizar hoje para não faltar no futuro.
· No segundo momento (segunda aula) os alunos vão para o laboratório conhecer e exercitar o programa HQ, com os recursos do programa simulam histórias em quadrinhos para ganharem familiaridade com a máquina.
· Terceiro momento, em sala de aula, os alunos criam seus desenhos variados motivados pelos textos estudados.
· Os desenhos são recolhidos para serem fotografados com máquina digital, após vão para uma pasta nos computadores onde os alunos vão construir as histórias.
· Em duplas os alunos resgatam as figuras para dar vida as HQs, as histórias podem ser mudas, com balões, onomatopéias, fica a critério da criatividade de cada dupla. Esta etapa necessita de mais ou menos três a quatro hora aula.
· Finalmente com a história pronta o aluno salva como documento para publicar na Internet, pode ainda imprimir e criar um pequeno livro de HQ.
· Em seguida, num quarto momento, os alunos criarão pequenos lembretes sobre prevenção do meio ambiente e cuidados com a economia da água que serão distribuídos no “Dia da conscientização” que será realizado na escola.
· Faz parte de uma etapa final, como encerramento a editoração das histórias em quadrinhos com o objetivo de documentar a produção textual e artística do projeto na íntegra.
8. AVALIAÇÃO
Ao término do trabalho será observado o seguinte:
· O potencial imaginativo e criativo dos alunos;
· Organização do pensamento na seqüência lógica dentro das estruturas dos HagáQuês;
· Cuidado no acabamento e organização dos desenhos que formam a história;
· Desempenho participação e responsabilidade em todos os momentos do projeto.
maio 14, 2008
O USO DAS TIC NA EDUCAÇÃO-CADERNO EDUCARE
No EducaRede você vai encontrar um "caderno de inspirações" que servirá de motivação a todos os educadores que estão envolvidos com o uso das TIC e que tenham prazer em utilizá-lo no seu cotidiano.
maio 08, 2008
CURSO DE MÍDIAS NA EDUCAÇÃO - CICLO INTERMEDIÁRIO/cursista: Sirlei Trespach de Souza
O conceito de recursos didáticos.
A função dos recursos didáticos no processo ensino-aprendizagem.
As possibilidades e limitações da utilização dos recursos didáticos em sua prática pedagógica.
Qualquer instrumento que o professor utiliza para fins de ensino/aprendizagem é um material didático, há uma quantidade e uma diversidade indeterminadas de materiais didáticos a nossa disposição, quanto mais adequado estiver o material, em relação à situação de ensino/aprendizagem em que se insere melhor o seu rendimento didático.
Os mais tradicionais recursos didáticos são o quadro e o livro didático. Temos os jornais, as revistas, os globos terrestres que durante uma explicação você menciona um fato ocorrido num país e, imediatamente, os alunos visualizam onde se localiza. Um mapa do corpo humano em tamanho gigante que, pendurada na parede da sala, mostra de que órgãos o aparelho digestivo se compõem. Tabelas, fórmulas, e figuras geométricas que expostas podem ser compreendidas.
A TV (que segundo Moran, professor de Novas tecnologias da ECA-USP) ajuda um bom professor a atrair os alunos, mas não modifica a relação pedagógica. Aproxima a sala de aula do cotidiano, das linguagens de aprendizagem e comunicação da sociedade, mas também introduz novas questões no processo educacional. O vídeo/DVD (segundo Moran) que explora o ver, o visualizar, o ter diante de nós situações, as pessoas, os cenários, as cores. A TV e vídeo encontram a fórmula de comunicar-se com a maioria das pessoas. As linguagens destes meios de comunicação respondem à sensibilidade dos jovens e da maioria da população adulta, a linguagem audiovisual desenvolve múltiplas atitudes perceptivas.
Mais recentemente vem o computador como mais um recurso didático colocado a disposição de professores e alunos, junto com o computador vem os softwares educacionais. O Ambiente de Aprendizagem Mediado por computador envolve vários elementos para o processo de ensinar e de aprender: o educador, os aprendizes, a colaboração, a cooperação e as ferramentas. Mas, para que mudemos a nossa prática, precisamos não só equipamentos tecnológicos, mas mudar nossa postura. O professor tem um grande leque de opções metodológicas, de organizar sua comunicação com os alunos, de introduzir um tema, de trabalhar com o aluno presencial e até virtualmente, utilizando as novas mídias.
Enfim, a aprendizagem ocorre por múltiplos caminhos e acontece a partir do uso de diferentes formas de expressão. È por esta razão que as metodologias tradicionais, presente na exposição do professor e centradas somente no desenvolvimento de contúdos, nada têm de significativas para o aluno, apresentam um conhecimento que para ele é estranho, está fora dele. A aprendizagem significativa, ao contrário, promove a compreensão de significados a partir do momento em que o aluno relaciona esses significados às suas experiências e vivências anteriores, relevantes e já existentes na sua estrutura cognitiva.
Nos dias atuais surge uma nova concepção sobre o papel que a escola representa na sociedade: deve ser um espaço inclusivo, que atenda as diversidades e que propicie uma educação de qualidade, apresentando respostas às necessidades de seus educandos. Para atingir estes objetivos, é necessário que a escola esteja preparada para atender as necessidades educacionais de seus alunos.
Todos nós sabemos que nenhum material didático pode, por melhor elaborado que seja, garantir, por si só, a qualidade e a efetividade, quer do ensino, quer da aprendizagem. Afinal, por mais que estejam desenvolvidas as tecnologias educacionais, não há ensino nem aprendizagem instantâneos e automáticos. Por outro lado, quanto mais especializado é um recurso material utilizado no processo de ensino/aprendizagem, mais ele tende a carregar, em seus conteúdos, em suas formas e em suas funções, as marcas da situação: as características dos sujeitos, o “nível” envolvido, os pressupostos teóricos, as crenças da época, os métodos adotados etc.
Mas se pensarmos na quantidade e na variedade de materiais didáticos especializados que o mercado é capaz de pôr à nossa disposição, somos obrigados a constatar a pobreza de nossas escolas públicas.
Quantas dispõem de globos terrestres, laboratórios equipados, pranchas de anatomia, material dourado etc.? Quantas têm bibliotecas bem aparelhadas? Em quantas é possível acessar sites de interesse pedagógico em sala de aula, usar apresentações de multimídia, ou mesmo passar um vídeo?
Apesar desse quadro, em muitos casos nos deparamos com programas e vídeos da TV Escola intactos nas escolas, livros didáticos não utilizados lotam o almoxarifado.
Sirlei Trespach de Souza
maio 07, 2008
O VÍDEO NA SALA DE AULA (José Manuel Moran)
PROPOSTAS DE USO DO VÍDEO
Proponho, a seguir, um roteiro simplificado e esquemático com algumas formas de trabalhar com o vídeo na sala de aula. Como roteiro não há uma ordem rigorosa e pressupõe total liberdade de adaptação destas propostas à realidade de cada professor e dos seus alunos.
USOS INADEQUADOS EM AULA
Vídeo-tapa buraco: colocar vídeo quando há um problema inesperado, como ausência do professor. Usar este expediente eventualmente pode ser útil, mas se for feito com freqüência, desvaloriza o uso do vídeo e o associa -na cabeça do aluno- a não ter aula.
Vídeo-enrolação: exibir um vídeo sem muita ligação com a matéria. O aluno percebe que o vídeo é usado como forma de camuflar a aula. Pode concordar na hora, mas discorda do seu mau uso.
Vídeo-deslumbramento: O professor que acaba de descobrir o uso do vídeo costuma empolgar-se e passa vídeo em todas as aulas, esquecendo outras dinâmicas mais pertinentes. O uso exagerado do vídeo diminui a sua eficácia e empobrece as aulas.
Vídeo-perfeição: Existem professores que questionam todos os vídeos possíveis porque possuem defeitos de informação ou estéticos. Os vídeos que apresentam conceitos problemáticos podem ser usados para descobri-los,junto com os alunos, e questioná-los.
Só vídeo: não é satisfatório didaticamente exibir o vídeo sem discuti-lo, sem integrá-lo com o assunto de aula, sem voltar e mostrar alguns momentos mais importantes.
José Manuel Moran
Especialista em projetos inovadores na educação presencial e a distância





















